Ouro atinge demanda e preços recordes em 2025

O ouro viveu um ano sem precedentes em 2025, com a demanda superando 5.000 toneladas pela primeira vez e os preços subindo mais de 70% para alcançar US$ 4.000 por onça. Fatores como tensões geopolíticas e investimentos em ativos refúgio impulsionaram essa alta. Analistas preveem força contínua em 2026 apesar das recentes quedas de preço.

Em 2025, o desempenho do ouro marcou um capítulo histórico, conforme detalhado no relatório Gold Demand Trends do World Gold Council. A demanda total, incluindo negociações de balcão, superou 5.000 toneladas pela primeira vez, gerando um valor de US$ 555 bilhões — equivalente ao PIB da Tailândia e um aumento de 45% em relação a 2024. O preço atingiu 53 recordes históricos, em média um por semana, com marcos importantes em US$ 3.000 por onça em abril e US$ 4.000 em outubro, refletindo um aumento superior a 70% no ano. A atividade de investimento impulsionou esse crescimento: os holdings globais de fundos negociados em bolsa de ouro expandiram 801 toneladas, o segundo melhor ano registrado, enquanto compras de barras e moedas alcançaram o pico em 12 anos. Incertezas geopolíticas, incluindo tarifas dos EUA sob o presidente Donald Trump, tensões com o Irã, ações militares na Venezuela e propostas de aquisição da Groenlândia, reforçaram o apelo do ouro como ativo refúgio. Até os mercados de ações subiram junto com o ouro, uma alta tandem incomum. As compras de bancos centrais caíram 21% em relação a 2024, mas permaneceram robustas, especialmente de mercados emergentes buscando reduzir a dependência do dólar americano. O relatório antecipa fortes influxos em ETFs, demanda robusta por barras e moedas e compras elevadas de bancos centrais em 2026, em meio a tensões contínuas. No início de 2026, os preços ultrapassaram US$ 5.000 por onça, mas caíram acentuadamente no final de janeiro de um pico acima de US$ 5.600. JPMorganChase prevê preços potenciais de US$ 8.000 a US$ 8.500 por onça até o final da década se as alocações de investidores aumentarem. Deutsche Bank e Société Générale projetam US$ 6.000 neste ano, sugerindo mais recordes à frente.

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