O Instituto Nacional Eleitoral rejeitou pela terceira vez uma discussão sobre diretrizes para regular atos antecipados de pré-campanha antes das eleições de 2027.
O INE determinou que não é de sua competência fiscalizar ou sancionar tais atos em eleições locais. A conselheira Carla Humphrey observou que a responsabilidade cabe ao Tribunal Eleitoral do Poder Judiciário e às autoridades locais.
Marco Antonio Baños, representante do partido Somos México, criticou a decisão e afirmou que ela cria desigualdade. Ele apontou que Morena, PAN, PRI e Movimiento Ciudadano já possuem procedimentos avançados um mês e meio antes do início do processo eleitoral.
Baños lembrou que novos partidos enfrentam uma desvantagem e que os atos antecipados de campanha são evidentes. O INE adiará a questão para a terceira semana de agosto, após seu período de férias que começa no dia 1º de agosto.