O porta-voz do Apoio Multinacional à Segurança (MSS), Jack Mbaka, declarou que alguns policiais quenianos permanecerão na missão do Haiti liderada pela ONU durante sua transição para uma nova força. A missão entrou em uma fase de transição e retirada, com os oficiais voltando para casa em lotes. Não foi fornecido um cronograma completo de retirada.
O porta-voz do Apoio Multinacional à Segurança (MSS), Jack Mbaka, disse a jornalistas no dia 19 de março no Haiti que o Quênia está reduzindo seu número de policiais antes da chegada da Força de Supressão de Gangues (GSF) para assumir as funções de segurança. "A missão entrou agora em uma fase de transição e redução que fará com que mais oficiais retornem gradualmente para casa depois de sua missão", declarou Mbaka. A GSF, uma intervenção autorizada pela ONU e apoiada por financiamento dos EUA, está programada para ser enviada a partir de abril com um pequeno contingente inicial do Chade, expandindo-se para uma força multinacional de 5.500 homens. Mbaka não revelou o número de oficiais quenianos que ficaram como ponte durante a transferência. Ele se recusou a fornecer um cronograma completo de retirada da missão, que já viu três policiais quenianos serem mortos. Em 17 de março, 215 policiais retornaram ao Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta (JKIA), recebidos pelo Inspetor Geral de Polícia Douglas Kanja. Espera-se que o Quênia saia totalmente do Haiti por volta de outubro de 2026, de acordo com os cronogramas da ONU e dos EUA, mas gradualmente. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, observou no mês passado que as promessas de pessoal são sólidas, embora o financiamento dos doadores esteja em andamento. O Quênia liderou a missão desde 2023, depois que o Canadá declinou, destacando um pico de cerca de 1.100 oficiais contra os 2.500 planejados.