Um homem no condado de Siaya foi condenado a 15 anos de prisão por homicídio culposo após envenenar abacates que mataram um menino de sete anos. O incidente ocorreu em dezembro de 2024 na aldeia Onono, onde a criança comeu a fruta contaminada. O tribunal considerou o impacto emocional e psicológico na família, além da hostilidade da comunidade.
Na aldeia Onono, condado de Siaya, um evento trágico ocorreu em dezembro de 2024. O acusado preparou dois abacates para comer e os colocou na mesa, decidindo envenenar um com veneno para ratos para eliminar roedores. Ao retornar do banheiro, encontrou a criança ofegante de dor após consumir o abacate envenenado. Em pânico, escondeu o corpo e mais tarde naquela noite o colocou em uma caixa de refrigerante, amarrou à sua bicicleta e descartou em uma fazenda próxima. Após um acordo de confissão de culpa, a acusação inicial de assassinato foi reduzida para homicídio culposo. O tribunal afirmou: “O acusado preparou dois abacates para comer e os colocou na mesa, mas decidiu envenenar um com veneno para ratos para ajudar na eliminação de ratos; saiu para o banheiro, mas só descobriu o falecido ofegante de dor no chão e soube que o falecido havia consumido um dos abacates envenenados, e em pânico decidiu ocultar o corpo e mais tarde à noite o embalou em uma caixa de refrigerante, amarrou à sua bicicleta e descartou em uma fazenda próxima.” Um relatório de liberdade condicional descreveu um ambiente hostil na aldeia, com ameaças da comunidade contra o acusado. Ao acusado também foi dito que planejava queimar a casa dos pais do falecido após ser solto. O tribunal acrescentou: “A morte do falecido afetou emocional e psicologicamente seus pais, e eles temem por suas vidas após o acusado, que ainda está detido, enviar ameaças de que, uma vez solto, vingará queimando também sua homestead.” Baseando-se nas Judiciary Sentencing Policy Guidelines, o tribunal enfatizou objetivos como dissuasão, retribuição, reabilitação e proteção da comunidade. Embora o homicídio culposo acarrete prisão perpétua máxima, o juiz impôs 15 anos, efetivos a partir da data de prisão em 11 de dezembro de 2024. O juiz observou: “A ação do acusado de colocar veneno para ratos nas frutas para se livrar do falecido foi ilegal, e assim a morte foi injustificada.”