O Mercado Bitcoin do Brasil identificou seis tendências esperadas para moldar os mercados de criptomoedas em 2026. Entre elas, o setor de stablecoins deve se expandir significativamente para US$ 500 bilhões. Os fundos negociados em bolsa de altcoins também devem crescer para US$ 10 bilhões, impulsionados por clareza regulatória e adoção mais ampla.
O Mercado Bitcoin, principal corretora de criptomoedas brasileira, divulgou sua visão sobre o cenário crypto em evolução para 2026, destacando seis tendências principais que podem influenciar a dinâmica do mercado. Essa previsão surge em um momento em que a indústria continua a amadurecer em meio a desenvolvimentos regulatórios globais e crescente interesse institucional. Central às previsões está o robusto crescimento das stablecoins, projetadas para manter um valor estável em relação às moedas fiduciárias. A corretora antecipa que esse setor atinja uma capitalização de mercado de US$ 500 bilhões até 2026, destacando seu papel em facilitar transações eficientes e reduzir riscos de volatilidade para os usuários. Outra tendência notável envolve fundos negociados em bolsa (ETFs) de altcoins, que oferecem aos investidores exposição a criptomoedas alternativas além do Bitcoin. O Mercado Bitcoin projeta que esses fundos atraiam US$ 10 bilhões em ativos sob gestão. Essa expansão é atribuída a estruturas regulatórias em melhoria que oferecem maior certeza a investidores e instituições, juntamente com a adoção crescente nas finanças tradicionais. Embora os detalhes completos das quatro tendências restantes não tenham sido especificados nas informações disponíveis, a perspectiva geral enfatiza um mercado em maturação impulsionado por regulamentações mais claras e integração mais ampla de ativos digitais nas finanças cotidianas. Tais projeções podem incentivar maior inovação e investimento no setor, embora os resultados reais dependam de políticas globais em evolução e condições econômicas.