Mexican deputies applaud water law reform approval in chamber as protesting farmers block highway outside, highlighting political tension over water rights.
Mexican deputies applaud water law reform approval in chamber as protesting farmers block highway outside, highlighting political tension over water rights.
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Deputados mexicanos aprovam reforma da lei de águas em meio a protestos

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A Câmara dos Deputados aprovou a reforma da Lei Nacional de Águas em geral com 328 votos a favor, apesar de protestos de agricultores que bloquearam rodovias e exigiram diálogo. A iniciativa, impulsionada pela presidente Claudia Sheinbaum, prioriza o direito humano à água e proíbe seu acaparamento, com penas de até oito anos de prisão por crimes hídricos. O Senado deve votar nesta quinta-feira.

Em 3 de dezembro de 2025, o plenário da Câmara dos Deputados iniciou a discussão sobre a nova Lei Geral de Águas e reformas à Lei Nacional de Águas, propostas pela presidente Claudia Sheinbaum. Apesar das demandas da oposição (PAN e PRI) e de produtores agroindustriais para adiar o debate, o Morena e seus aliados aprovaram o processo de 'tramitação acelerada', dispensando procedimentos. A Comissão de Recursos Hídricos aprovou o parecer de 537 páginas com 28 votos a favor, 10 contra e 2 abstenções.

A votação geral resultou em 328 a favor, 131 contra e 5 abstenções. A presidente da Mesa Diretora, Kenia López, opôs-se ao processo acelerado, afirmando: “Não concordo com essa ‘tramitação acelerada’”. O parecer inclui mais de 50 modificações para atender às demandas dos agricultores, como preservar o direito de vender ou herdar terras com concessões de água, e renomeia 'Crimes Hídricos' para 'Crimes contra as Águas Nacionais', reduzindo penas.

O deputado do Morena Arturo Ávila defendeu a reforma: “O que estamos fazendo é deixar de lado a legislação de 1992 que foi fundamentalmente usada para favorecer pessoas com poder econômico”. Ávila mencionou práticas de “huachicol de água” por acaparadores do PRI e PAN, e assegurou que as 50 mudanças beneficiam os agricultores ao fortalecer os direitos de propriedade.

No entanto, agricultores da Frente Nacional para a Resgate do Campo Mexicano, liderados por Eraclio Rodríguez Gómez, acusaram traição: “É uma vil traição aos acordos que haviam sido alcançados”. Eles realizaram bloqueios em rodovias como Puebla-Orizaba e Acatzingo-Cd. Mendoza, e anunciaram mais protestos, incluindo no Zócalo em 6 de dezembro. A Associação de Ingenheiros de Minas (Aimmgm) expressou preocupação com os impactos na indústria, que usa apenas 0,27% da água nacional.

Sheinbaum defendeu a lei: “É para evitar a sobreexploração e garantir o direito à água”. Atualmente, estão sendo discutidas 529 reservas de 154 legisladores, e o Senado, com Ignacio Mier, planeja aprová-la na quinta-feira, possivelmente em um local alternativo devido às mobilizações.

O que as pessoas estão dizendo

As reações no X à aprovação pela Câmara dos Deputados mexicana da reforma da lei de águas (328-131) são predominantemente negativas de agricultores e oposição, que se sentem traídos apesar de bloqueios de rodovias e protestos, prometendo mobilizações nacionais escaladas; apoiadores defendem-na como prevenção ao acaparamento de água por grandes interesses e priorização de direitos humanos; jornalistas relatam tensões contínuas antes da votação no Senado.

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