Presidenta mexicana reafirma envios inalterados de petróleo a Cuba

A presidente mexicana Claudia Sheinbaum confirmou que seu país continua enviando petróleo a Cuba sob contratos e ajuda humanitária, sem exceder os níveis históricos.

Em uma declaração da Cidade do México em 7 de janeiro de 2026, a presidente Claudia Sheinbaum reafirmou o compromisso do México com os envios de petróleo a Cuba. De acordo com a declaração, esses suprimentos são realizados no âmbito de acordos contratuais e como parte de ajuda humanitária, mantendo volumes em conformidade com os níveis históricos. As quantidades não foram aumentadas além do habitual, enfatizando a continuidade da política bilateral em contextos regionais complexos. Essa posição visa esclarecer rumores ou especulações sobre possíveis mudanças no apoio energético. A informação foi divulgada pela Prensa Latina, destacando a estabilidade nas relações México-Cuba quanto a recursos energéticos.

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México enviará ajuda humanitária a Cuba até segunda-feira, no máximo

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A presidente Claudia Sheinbaum anunciou que o México enviará ajuda humanitária a Cuba, incluindo alimentos e suprimentos, até a próxima segunda-feira, no máximo. Isso ocorre no meio de esforços diplomáticos para retomar os envios de petróleo sem sanções dos EUA. Cuba enfrenta uma crise energética agravada pelas restrições impostas pelo presidente Donald Trump.

A presidente Claudia Sheinbaum propôs que os Estados Unidos enviem petróleo a Cuba para evitar uma crise humanitária devido às faltas de energia na ilha. Ela expressou preocupação com possíveis tarifas da administração Trump sobre países que fornecem petróleo bruto a Cuba. Ela instruiu a Secretaria de Relações Exteriores a esclarecer o alcance dessas medidas.

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O governo do México, liderado pela presidente Claudia Sheinbaum, está a explorar formas de enviar combustível a Cuba para aliviar a sua crise energética, ao mesmo tempo que evita as retaliações tarifárias anunciadas pelos EUA por Donald Trump. Cuba enfrenta uma grave escassez de combustível desde dezembro de 2025, agravada pelo corte nos fornecimentos venezuelanos e pelas pressões dos EUA. O presidente cubano Miguel Díaz-Canel agradeceu o apoio do México, mas expressou arrependimento pela falta de remessas recentes.

Cuba negou estar envolvido em negociações formais com os Estados Unidos sobre o embargo ao petróleo, após as afirmações do presidente Donald Trump de negociações avançadas e a interrupção de suprimentos pelo México. Isso ocorre após a condenação de Havana a uma recente ordem executiva dos EUA que reforça as sanções, em meio à crise energética cada vez mais grave de Cuba.

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Dois navios mexicanos com 80 mil barris de combustível rumam para Cuba para ajudar a mitigar a crise energética da ilha. Essa ajuda chega em um momento crítico, com quedas de energia ultrapassando 20 horas diárias em amplas áreas. O envio da Pemex cobre ligeiramente mais que o déficit diário de petróleo enfrentado pela nação caribenha.

O presidente dos EUA Donald Trump ameaçou interromper a ajuda petrolífera e financeira a Cuba proveniente da Venezuela, instando a ilha a firmar um acordo com Washington. O presidente cubano Miguel Díaz-Canel rejeitou as ameaças, reafirmando a soberania nacional e a prontidão para defender a pátria. Várias figuras e grupos internacionais expressaram solidariedade com Cuba.

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O vice-ministro cubano das Relações Exteriores, Carlos Fernández de Cossío, negou que Havana esteja a procurar intermediários como o México para negociações com os Estados Unidos, apesar da disposição para um diálogo bilateral. Isto contrasta com as afirmações do presidente Donald Trump sobre negociações em curso. O México reiterou a sua disponibilidade para mediar se solicitado por ambas as partes, ao mesmo tempo que anunciou ajuda humanitária à ilha em meio à sua crise energética.

 

 

 

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