O México registrou um influxo histórico de 40.871 milhões de dólares em Investimento Direto Estrangeiro (IDE) durante 2025, um aumento de 10,8% em relação ao ano anterior. A Secretaria de Economia destacou que esse fluxo posiciona o país como destino estratégico para o capital produtivo global, apesar de queda de 2% nas economias em desenvolvimento. O crescimento foi impulsionado principalmente por novos investimentos, que subiram 133%.
A Secretaria de Economia informou, em 25 de fevereiro, que o México fechou 2025 com 40.871 milhões de dólares em Investimento Direto Estrangeiro (IDE), um aumento anual de 10,8%. Esse resultado contrasta com a queda global de 2% nos fluxos para economias em desenvolvimento. Segundo a agência, “o México se posiciona como um destino estratégico para o capital produtivo global”.</n</nO componente de novos investimentos alcançou 7.378 milhões de dólares, um aumento de 133% em relação a 2024, refletindo a capacidade do país para atrair capital que promove tecnologias de ponta e produtividade industrial. Contas entre empresas somaram 5.844 milhões de dólares, alta de 17%. Já o reinvestimento de lucros caiu 3,7%, para 27.650 milhões de dólares, que representam 67,7% do total, devido a maiores distribuições de dividendos.</n</nNo quarto trimestre, houve fluxo negativo de 5.026 milhões de dólares, atribuído a pagamentos de dividendos e operações com afiliadas no exterior, sem indício de cancelamentos de investimentos. O ajuste líquido em relação ao trimestre anterior foi marginal, de 35 milhões de dólares.</n</nPor origem, os Estados Unidos lideraram com 15.877 milhões de dólares (38,8%), seguidos pela Espanha, com 4.431 milhões (10,8%), Canadá, com 3.323 milhões (8,1%), Países Baixos, com 2.387 milhões (5,8%), e Japão, com 2.293 milhões (5,6%). As cinco principais economias concentraram 69,1%, sendo a América do Norte responsável por 46,9%.</n</nCidade do México captou 22.381 milhões de dólares (54,8%, +55,1% anualmente), Nuevo León 3.628 milhões (8,9%, +72,9%) e Estado do México 3.279 milhões (8%, +24,1%). As cinco principais entidades federativas concentraram 80,2% do total nacional.