O Ministério de Minas e Energia revelou que 9,22 milhões de pessoas viviam em pobreza energética em 2025, o que representa 20,6% dos domicílios do país.
Os dados do Índice de Pobreza Energética de 2025 indicam que 3,27 milhões de lares enfrentaram dificuldades para acessar energia elétrica e outros serviços básicos.
A região do Caribe concentrou 2,64 milhões de pessoas nessa condição, distribuídas em 936.987 domicílios. Julio César Vera, presidente da Fundação XUA Energy, observou que a crise financeira da Air-e afeta a qualidade do serviço, embora a intervenção da Superintendência de Serviços Públicos tenha ajudado a mitigar os efeitos.
Andrés Camacho, ex-ministro de Minas e Energia, explicou que a maior incidência ocorre na Amazônia-Orinoquía, com 30,3%, principalmente devido a zonas não conectadas ao Sistema Interligado Nacional. Os municípios com a maior prevalência incluem Cumaribo, em Vichada, com 59,72%.