Mães cuidadoras de pacientes com doenças raras permanecem acorrentadas na sede da Emssanar EPS em Cali para exigir tratamentos e medicamentos.
As manifestantes iniciaram o protesto em 8 de julho de 2026 e, até 9 de julho, já somavam mais de 24 horas sem receber uma resposta. Elas denunciam atrasos na entrega de medicamentos, barreiras na prestação de serviços e demora no auxílio-alimentação para as famílias de pacientes que necessitam de cuidados permanentes.
As mães afirmam que fazem solicitações há vários meses e que a falta de soluções as levou a permanecer dentro das instalações. Em vídeos divulgados, elas explicam que buscam garantir a continuidade dos tratamentos de seus filhos.
Até o momento, a EPS não emitiu uma resposta que resolva as reivindicações levantadas pelas cuidadoras.