Mais de 2.500 pessoas marcharam ao meio-dia desta quarta-feira em Santa María de Cayón contra o plano de demissões coletivas da Nestlé, que inclui 49 cortes na fábrica de La Penilla.
A marcha começou no campo de futebol de Sarón e chegou à fábrica após quase duas horas. Os participantes carregavam uma faixa com os dizeres 'No a los despidos en Nestlé' (Não às demissões na Nestlé) e entoavam slogans como 'La Penilla no se vende. La Penilla se defiende' (La Penilla não se vende. La Penilla se defende).
Ao chegarem à fábrica, os representantes dos trabalhadores leram um manifesto. Eles enfatizaram que '120 anos de história não são apagados com uma assinatura' e destacaram que gerações inteiras contribuíram com esforço e conhecimento para a fábrica.
Os manifestantes exigiram o envolvimento das autoridades para proteger os empregos e anunciaram novas paralisações nos dias 27 e 28 de maio, antes de uma greve por tempo indeterminado marcada para 1º de junho.