O Congresso da República recém-eleito, que servirá até 2030, enfrenta o desafio de transformar a legislação em meio a uma baixa favorabilidade institucional. Duas análises enfatizam a necessidade de acabar com práticas corruptas e promover a liberdade econômica para impulsionar o desenvolvimento do país. Os parlamentares são instados a priorizar reformas na saúde, educação e pensões, além de maior deliberação nas votações.
O novo Congresso da República tomará posse em julho de 2026 e tratará das leis do país até 2030, segundo um editorial no La República. Em meio a uma baixa reputação institucional, marcada por burocracia, contratos e lobby de interesses particulares, há um apelo para romper o ciclo de transacionalismo que tem permeado a Câmara e o Senado por séculos. O orçamento geral de 560 billões não deve ser usado como “óleo” para operações legislativas que perpetuam a corrupção, mas para fomentar o desenvolvimento regional, um sistema tributário racional, a derrota da informalidade e autonomias na educação, saúde e infraestrutura. Os melhores cidadãos para o Senado com integridade nacional. Se ao final do período um empreendedor abrir um negócio mais rapidamente, um trabalhador acessar mais opções formais e uma família poupar sem sobressaltos, eles terão “feito pátria”, conclui Lacouture.