Na terça-feira, 17 de março de 2026, a coalizão governista garantiu a maioria em 15 das 27 comissões permanentes da Câmara dos Deputados, incluindo as principais comissões de Finanças e Constituição. O acordo reforçou o acordo da diretoria, incorporando o partido DC, mas destacou uma divisão entre o PS e o PPD na oposição.
Durante a primeira sessão do ciclo parlamentar de 2026 na Câmara dos Deputados, a coalizão governista - composta por partidos como Republicanos, UDI e RN - finalizou a composição dos comitês legislativos. Dos 27 órgãos, a direita garantiu maiorias em 15, com oito deputados em Finanças (presidido por Agustín Romero, Republicano) e sete em Constituição (presidido por Jaime Mulet, FRVS, uma figura-chave no acordo para a presidência da Câmara de Jorge Alessandri, UDI). Outras maiorias foram conquistadas em Educação, Governo do Interior, Trabalho e Saúde, com sete ou oito membros cada em um total de 13. O partido DC recebeu uma vice-presidência como concessão prévia. O comitê de Finanças concordou em convocar o Ministro Jorge Quiroz na próxima semana e solicitar um relatório do governo sobre a situação fiscal, potencialmente propondo um comitê investigativo. As presidências notáveis incluem Economia (Felipe Ross, republicano), Trabalho (Juan Carlos Meza, republicano) e Saúde (Andrés Celis, RN). Joanna Pérez (Demócratas) preside o Governo do Interior. A votação expôs as divisões da oposição: O PPD o apoiou por unanimidade, com o líder do bloco, Raúl Soto, citando "responsabilidade legislativa" e autonomia, enquanto o PS o rejeitou. Raúl Leiva (PS) declarou que "o Partido Socialista foi vetado" do setor de Finanças, onde não tem representantes, ao contrário de Fernando Zamorano, do PPD. Fontes afirmam que o PS foi pré-notificado pelo PPD. Isso ocorre durante o governo do presidente José Antonio Kast.