Agentes da Polícia Nacional foram à sede da EDA TV em Madri na quarta-feira para cumprir um mandado de prisão contra Vito Quiles, que não estava presente no local.
A ordem de busca e captura foi emitida por um juiz em um dos cinco processos judiciais abertos contra Quiles. O agitador anunciou nas redes sociais que não irá se entregar e vinculou a medida a denúncias relacionadas ao seu encontro com Begoña Gómez.
Quiles afirmou em um vídeo divulgado à noite que não conhece as razões exatas da prisão e que a polícia visitou tanto seu local de trabalho quanto sua residência em Madri. Seu advogado, Juan Gonzalo Ospina, descreveu a ordem como desproporcional e observou que poderiam ter notificado o investigado ou seu representante legal.
Quiles enfrenta processos pendentes por supostos crimes como fraude contra a Renfe, revelação de segredos contra a presidente da Red Eléctrica, Beatriz Corredor, e calúnia contra o secretário-geral da FACUA, Rubén Sánchez. O ativista anunciou que se apresentará amanhã em uma delegacia de polícia de Madri ao lado de seu advogado.