Alberto Núñez Feijóo, líder do PP, respondeu à denúncia de agressão de Begoña Gómez contra Vito Quiles perguntando quem tem demonstrado atitudes violentas. Ele afirmou não acreditar que tais atitudes sejam compartilhadas pela sociedade espanhola. Alfonso Serrano, do PP de Madrid, defendeu que o dever de um partido não é atacar jornalistas.
Alberto Núñez Feijóo, líder do Partido Popular, compareceu aos eventos de 2 de maio de 2026, pelo Dia da Comunidade de Madrid. Questionado em entrevista coletiva sobre a denúncia de agressão feita por Begoña Gómez, esposa do presidente do governo, contra o agitador Vito Quiles, Feijóo perguntou: “Quem são aqueles que tiveram algum tipo de atitude violenta? Isso é o que é importante”.
Feijóo acrescentou que viu que tanto Gómez quanto o jornalista registraram queixas e que “veremos o que aconteceu”. Ele afirmou não acreditar que “esse tipo de atitude” seja “compartilhado pela sociedade espanhola”, embora tenha mencionado atitudes semelhantes ocorridas no passado por funcionários do PP em sua casa, sem condenar explicitamente o incidente.
Alfonso Serrano, secretário-geral do PP de Madrid, declarou: “O dever de um partido não é atacar jornalistas”. Serrano evitou julgar as ações de Quiles, um jornalista com um processo aberto no Congresso e processado por difamação em Sevilha. Ambos os líderes falaram na Real Casa de Correos, em Madrid.
A denúncia de Gómez refere-se a um incidente no final de abril em um restaurante em Las Rozas, onde Quiles compartilhou um vídeo. Outros líderes do PP, como Miguel Tellado e Esther Muñoz, condenaram “todos os tipos de violência” e apontaram para vídeos que mostram o jornalista como a parte agredida.