O delegado presidencial Julio Anativia revelou que Camila Contreras, seremi da Mulher e da Equidade de Gênero na região de Biobío, no Chile, permanece no cargo em licença médica por gravidez, o que impede a posse de Antaris Varela, escolhida pelo governo de José Antonio Kast. A ex-seremi, nomeada em 2024 por Gabriel Boric, apresentou um atestado de gravidez após pedir demissão. Varela integrará a equipe e assumirá o cargo por sub-rogação conforme necessário.
No dia 30 de março, o governo anunciou Antaris Varela como a nova seremi da Mulher e da Equidade de Gênero na região de Biobío, no Chile. No entanto, o delegado presidencial Julio Anativia declarou que Camila Contreras continua sendo a titular em licença médica maternidade. "Algo que respeitaremos", enfatizou Anativia, observando a intenção de Contreras de utilizar todo o seu período pós-natal. Daniela Castro, subsecretária do Ministério da Mulher, confirmou que Contreras possui total proteção legal devido à sua gravidez. "Antaris Varela oferecerá todo o suporte como parte da equipe de apoio com funções de sub-rogação", acrescentou Castro. Varela, bioquímica formada pela Universidad Católica de Valparaíso, já representou o cargo em atividades durante sub-rogações. Contreras, acadêmica de história e geografia pela Universidad de Concepción, foi nomeada em março de 2024 pela administração de Gabriel Boric. O caso ecoa situações semelhantes, como em Atacama, onde a seremi anterior está em licença por câncer sem substituição, e Priscila Carrasco no SernamEG, cuja renúncia foi interrompida devido a um tratamento de câncer.