News illustration of SernamEG director Priscilla Carrasco's post-cancer dismissal, criticized by UDI's María José Hoffmann amid Senate scrutiny.
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UDI critica gestão 'péssima' da exoneração da diretora do SernamEG durante tratamento de câncer

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Enquanto o governo do Chile confirma que removerá a diretora do SernamEG, Priscilla Carrasco, após seu tratamento contra o câncer de mama triplo-negativo, a vice-presidente da UDI, María José Hoffmann, critica o processo por ser mal gerido e carecer de empatia, em meio ao escrutínio contínuo do Senado.

No mais recente desenvolvimento da polêmica sobre a remoção de Priscilla Carrasco do cargo de diretora nacional do Serviço Nacional da Mulher e Equidade de Gênero (SernamEG), a ministra Judith Marín reiterou que o processo — iniciado em 30 de março devido à falta de confiança política — prosseguirá assim que a licença médica retroativa de Carrasco terminar, com a devida indenização integral.

A decisão, pausada após a revelação do diagnóstico de câncer, continua gerando críticas. A vice-presidente da UDI, María José Hoffmann, apoiou o direito do governo de solicitar a renúncia, mas classificou a execução como 'péssima', pedindo mais empatia por Carrasco e defendendo as críticas feitas por Evelyn Matthei e por senadores do RN.

A questão escalou no Comitê de Mulheres e Equidade de Gênero do Senado, onde a senadora Vanessa Kaiser questionou o propósito do ministério. A subsecretária Daniela Castro reconheceu que o conhecimento prévio dos detalhes de saúde de Carrasco poderia ter alterado a abordagem, embora a decisão tenha sido tomada antes deles.

Isso ocorre após as reações iniciais multipartidárias, incluindo o apoio de alguns republicanos e a oposição de outros, conforme noticiado anteriormente.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X sobre a remoção da diretora do SernamEG, Priscilla Carrasco, durante seu tratamento de câncer de mama, mostram fortes críticas à falta de empatia por parte do governo. Figuras públicas como Karla Rubilar e políticos descrevem o ato como cruel e incoerente. Os defensores argumentam que sua gestão era deficiente, independentemente da doença. María José Hoffmann, da UDI, critica especificamente o processo como 'péssimo' e mal gerido.

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