Centenas de pessoas protestaram nesta quarta-feira contra o presidente de Aragão, Jorge Azcon, do lado de fora do Foro Agroindustrial em Huesca, no segundo dia de uma greve na educação.
Os manifestantes entoaram palavras de ordem contra a concertação do Bachillerato e exigiram mais recursos para as escolas públicas. Azcon, que participava de um evento institucional, defendeu sua política e pediu respeito às decisões democráticas tomadas por seu governo. O presidente de Aragão observou que a medida fazia parte do programa eleitoral do PP. Ele afirmou que a educação pública agora conta com mais recursos do que em períodos anteriores e comparou a situação com outras regiões, como Navarra ou o País Basco. A prefeita de Huesca, Lorena Orduna, também gerou polêmica ao associar os protestos ao Partido Socialista. Os sindicatos CCOO, CGT, STEPA e CSIF continuam a greve devido ao investimento insuficiente e à deterioração da infraestrutura educacional.