Autoridades realizaram batidas em empresas ligadas a Ariel Vallejo, proprietário da Sur Finanzas, investigando uma rede de empresas fictícias e desvio de fundos. As buscas encontraram caixas de segurança vazias, carros de luxo e nenhum funcionário presente. Em uma filial, caminhões de transporte de valores foram apreendidos.
Em 2 de dezembro de 2025, autoridades realizaram batidas em empresas ligadas a Ariel Vallejo, o financista por trás da Sur Finanzas. A Dirección General Impositiva (DGI) acredita que Vallejo criou uma rede paralela de empresas fictícias para desviar fundos, como parte de uma investigação sobre possível lavagem de dinheiro.
Durante as buscas, os agentes encontraram caixas de segurança vazias, veículos de luxo e nenhum empregado no local. Uma batida visou uma filial na Adrogué 1100, onde caminhões de transporte de valores foram apreendidos.
A operação foi ordenada pelo juiz Luis Armella e a promotora Cecilia Incardona, com participação da Polícia Federal Argentina (PFA). Essas ações fazem parte de uma investigação mais ampla sobre irregularidades financeiras na empresa, embora não tenham sido divulgadas prisões imediatas ou detalhes adicionais sobre os fundos desviados.