Um relatório recente examina alegações de grandes empresas de tecnologia de que a IA generativa pode ajudar a combater as mudanças climáticas, encontrando evidências limitadas para as sustentar. De 154 afirmações específicas, apenas um quarto referenciou pesquisa acadêmica, enquanto um terço não apresentou prova alguma. A análise destaca a alegação do Google de 2023 de que a IA reduziria as emissões globais em 5 a 10 por cento até 2030 como exemplo.
No final de 2023, o Google afirmou que a inteligência artificial poderia reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa em 5 a 10 por cento até 2030. Essa declaração apareceu em um artigo de opinião coescrito pelo diretor de sustentabilidade da empresa e foi referenciada posteriormente em cobertura da mídia e em certos trabalhos acadêmicos. nnUm novo relatório, publicado em 18 de fevereiro de 2026, examina tais declarações de grandes empresas de tecnologia. Ele revisou 154 alegações específicas sobre os benefícios potenciais da IA para o clima. Apenas 25 por cento delas citaram pesquisa acadêmica, de acordo com os achados. Enquanto isso, um terço não forneceu evidência de apoio alguma. nnO relatório chama a atenção para a estatística que inicialmente intrigou o pesquisador Ketan Joshi alguns anos antes. Joshi encontrou a alegação do Google, que desde então circulou amplamente. O documento destaca um padrão mais amplo em que as empresas promovem as vantagens ambientais da IA sem respaldo robusto. nnAs palavras-chave associadas ao relatório incluem mudança climática, Google, clima, inteligência artificial, meio ambiente e energia. Esta análise surge em meio a discussões crescentes sobre o papel da tecnologia nos esforços de sustentabilidade, embora enfatize a necessidade de dados verificáveis.