Na inauguração da 89ª Convenção Bancária, a presidente Claudia Sheinbaum pediu aos banqueiros que aumentem o crédito de 38% para 45% do PIB para impulsionar o desenvolvimento. A Associação Bancária do México se comprometeu com essa meta até 2030. Sheinbaum também apresentou uma nova lei de investimento em infraestrutura.
A presidente Claudia Sheinbaum inaugurou a 89ª Convenção Bancária e pediu aos executivos dos bancos que aumentassem o crédito do setor privado de 38% para 45% do PIB. O setor bancário mexicano ainda tem muito a oferecer ao país", disse Sheinbaum, observando o acesso limitado ao financiamento de PMEs em comparação com outros países latino-americanos. Emilio Romano Mussali, presidente da Associação Bancária Mexicana (ABM), confirmou o compromisso: "Esse é o nosso compromisso. Esse é o nosso dever". Atualmente, mais de 70 milhões de mexicanos têm um produto bancário, mas um Centro Nacional de Educação Financeira foi proposto para expandir a inclusão. Edgar Amador, da SHCP, enfatizou a importância do crédito produtivo para as micro, pequenas e médias empresas, com a carteira bancária ultrapassando 7 trilhões de pesos. Sheinbaum anunciou a Lei para a Promoção de Investimentos Estratégicos em Infraestrutura para o Desenvolvimento com Bem-Estar, visando a 30.000 MW adicionais de geração de eletricidade até 2030, aumentando as energias renováveis de 35% para 48%, 1,8 milhão de barris de produção diária de petróleo e investimento misto de 5,6 trilhões de pesos em rodovias, portos, trens e água. Ela reconheceu os desafios globais, como os altos preços dos fertilizantes e do petróleo, mas destacou o peso forte e a inflação controlada.