Marcha silenciosa em Santander exige responsabilização pelas mortes em El Bocal

Cerca de 400 a 1000 pessoas marcharam silenciosamente pelo centro de Santander no dia 22 de março, exigindo responsabilização pelo colapso de uma passarela em El Bocal que matou seis pessoas em 3 de março. Organizado por grupos de bairro, ambientais e sociais, o protesto começou na Delegação do Governo e terminou na Prefeitura. Os participantes pediram verdade, transparência e a prevenção de uma tragédia evitável.

No domingo, 22 de março de 2026, entre 500 e 1000 pessoas participaram de uma marcha silenciosa pelo centro de Santander, convocada por associações de bairro, ambientais e sociais. O protesto homenageou as seis jovens vítimas do colapso da passarela de El Bocal em 3 de março: Lucía San Martín (Camargo, 22), Xabier Bayón (Balmaseda, 21), Celia Lage (Baracaldo, 19), Eunate Hervas (Baracaldo, 19), Lluna Vallejo (Almería, 20) e Elena Sirbu (Guadalajara, 20). A sobrevivente Ainara permanece hospitalizada, recebendo votos de melhoras dos participantes. Um minuto de silêncio encerrou o evento na praça da Prefeitura, seguido de aplausos. A faixa principal dizia: “Por la verdad y la dignidad de las víctimas del Bocal”, partindo às 12h00 da Delegação do Governo na Cantábria em direção à Prefeitura. A porta-voz Carmen Martínez leu o manifesto: “Es el momento de reconocer los errores” e “nunca un espacio público puede quedar desatendido ni en tierra de nadie.” Ela afirmou que o incidente “no ha sido un accidente”, exigindo “conocer qué falló, por qué y en qué circunstancias. Exigimos verdad, transparencia y responsabilidad institucional sobre una tragedia evitable.” Eles exortaram as administrações, “gobierne quien gobierne”, a agir com “rapidez, rigor y sentido de la responsabilidad”, a atender às reivindicações dos bairros e a prevenir repetições devido a “desidia o negligencia”. Líderes da oposição compareceram, incluindo Daniel Fernández (PSOE), Felipe Piña (PRC) e Keruin Martínez (IU), mas não representantes do PP, Vox ou a prefeita. Uma investigação judicial está em andamento: em 27 de março, um policial local prestará depoimento como investigado por ignorar um alerta do 112 sobre as más condições da passarela um dia antes. A Prefeitura e o Ministério da Transição Ecológica devem fornecer arquivos sobre a construção, manutenção e conservação do caminho costeiro.

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