Swiss Gambling Supervisory Authority official announcing criminal complaint against FIFA's NFT platform for alleged unlicensed gambling features.
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Autoridade suíça apresenta queixa criminal contra plataforma NFT da FIFA

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A Autoridade Suíça de Supervisão do Jogo, Gespa, apresentou uma queixa criminal contra a plataforma NFT da FIFA, FIFA Collect, alegando que opera jogos de azar sem licença através de recompensas baseadas no acaso. A ação visa recursos como drops aleatórios e desafios ligados a colecionáveis digitais para eventos de futebol internacionais. Os promotores agora analisarão o caso, que pode impactar as estratégias de engajamento de fãs com blockchain da FIFA.

Contexto da queixa

No início de outubro de 2025, a Gespa identificou a FIFA Collect como potencial violação das leis suíças de jogos de azar sob a Lei Federal sobre Jogos de Azar (BGS). A plataforma permite que os usuários comprem, negociem e colecionem NFTs com destaques da Copa do Mundo e outros eventos de futebol internacionais. As principais preocupações centram-se em 'drops' e 'desafios' que exigem pagamentos por uma chance de ganhar prêmios exclusivos, incluindo recompensas monetárias determinadas pelo acaso.

A FIFA Collect faz parte das iniciativas blockchain mais amplas da FIFA, como o programa de tokens 'Right to Buy' lançado em 2024. Esses tokens concedem acesso prioritário à compra de ingressos para os jogos da Copa do Mundo de 2026, contornando loterias padrão. Os tokens são vendidos por cerca de 999 dólares e podem ser revendidos em mercados secundários por até 30.000 dólares, com valores flutuando com base no desempenho das equipes e na raridade.

Detalhes regulatórios e implicações

A lei suíça define jogos de azar como qualquer atividade que envolva uma aposta, acaso e prêmio, exigindo uma licença local mesmo para operadores internacionais acessíveis a usuários suíços. Como a FIFA tem sede em Zurique, a plataforma cai sob jurisdição doméstica. Operar jogos de azar sem licença é uma infração criminal sob o Artigo 130 da BGS, punível com multas ou prisão.

A queixa da Gespa é não vinculativa e respeita a confidencialidade, com a autoridade oferecendo assistência aos promotores, mas retendo mais detalhes. O diretor Manuel Richard observou o potencial do caso para perturbar a previsão de receita de 11 bilhões de dólares da FIFA para 2023-2026, onde bilheteria e vendas digitais são significativas. A FIFA não respondeu publicamente.

Uma recente mudança de Algorand para a blockchain Avalanche reportedly aumentou a atividade, possivelmente desencadeando a conscientização da Gespa. Especialistas legais sugerem que o resultado pode estabelecer um precedente para NFTs que misturam ativos digitais com recompensas do mundo real, incentivando maior conformidade como bloqueios geográficos ou mecânicas redesenhadas. Resoluções não litigiosas permanecem possíveis para a FIFA.

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