Nigerian sports officials debating FIFA funds mismanagement amid a House probe, in a parliamentary setting with documents and flags.
Imagem gerada por IA

Líderes esportivos nigerianos debatem gestão de fundos da FIFA em meio a investigação da Câmara

Imagem gerada por IA

O ex-presidente da Associação de Futebol do Estado de Gombe, Alhaji Gara Gombe, acusou a Federação Nigeriana de Futebol de má gestão financeira prolongada de fundos da FIFA e CAF desde 1986, instando a uma investigação ampliada além do foco atual da Câmara dos Representantes em 25 milhões de dólares de 2015 a 2025. O presidente da Comissão Nacional de Esportes, Shehu Dikko, defendeu a federação esclarecendo que a FIFA gerenciou diretamente um projeto controverso de miniestádio em Birnin Kebbi de 1,2 milhão de dólares sem envolvimento da NFF nos fundos. O debate destaca o escrutínio contínuo da responsabilidade no financiamento esportivo na Nigéria.

Alhaji Gara Gombe, ex-presidente da Associação de Futebol do Estado de Gombe, criticou a Federação Nigeriana de Futebol (NFF) e entidades relacionadas por décadas de alegadas irregularidades financeiras durante uma aparição recente no Sunrise Daily da Channels Television. Ele acolheu a decisão da Câmara dos Representantes de auditar 25 milhões de dólares em fundos da FIFA e CAF recebidos pela NFF entre 2015 e 2025, mas pediu uma investigação mais ampla que se estenda até 1986. “Agradeço à Câmara dos Representantes Federal por acordar de seu torpor”, disse Gara. “Esta questão de responsabilidade... tem sido um problema recorrente. Muitos de nós temos gritado por mais de 25 anos exigindo responsabilidade.”

Gara citou uma auditoria passada da FIFA que revelou mais de 800.000 dólares não contabilizados pela NFF, alegando que oficiais retiraram os fundos do Banco Central da Nigéria, os trocaram no mercado negro e falharam em relatar os rendimentos. Ele afirmou ainda que a NFF doou ₦25 milhões ao comitê de sepultamento da esposa de um ministro em exercício logo após a auditoria. Descrevendo a corrupção como uma “cadeia completa de conspiração” envolvendo a Assembleia Nacional, a Presidência, o Ministério dos Esportes e a NFF, Gara observou que ex-presidentes da federação construíram fábricas e mansões sem escrutínio. Ele defendeu a investigação de todas as 28 a 30 federações esportivas e o Comitê Olímpico Nigeriano, pressionando por redução no financiamento governamental e maior envolvimento do setor privado para aprimorar a responsabilidade.

Em resposta a alegações relacionadas, Shehu Dikko, presidente da Comissão Nacional de Esportes, abordou o projeto de miniestádio de Birnin Kebbi de 1,2 milhão de dólares no âmbito do Programa Forward da FIFA durante uma entrevista no Politics Today da Channels Television na sexta-feira. Dikko enfatizou que a FIFA gerenciou o projeto diretamente, com a NFF fornecendo apenas o terreno e especificações. “Ninguém coletou o dinheiro”, afirmou. “A FIFA gerencia seus projetos diretamente. O papel da NFF é apenas fornecer o terreno e especificar as necessidades do projeto. A FIFA cuida da aquisição e pagamentos ao contratante.”

Aprovado em 2015, quando 1,2 milhão de dólares equivalia a cerca de ₦300 milhões, o projeto enfrentou atrasos devido a problemas de aquisição de terreno, com a construção iniciando em 2020 após aquisição pública. Dikko esclareceu que uma imagem nas redes sociais da FIFA em 2023 mostrando uma estrutura inacabada representava apenas a primeira fase, em meio à indignação pública sobre a aparência da instalação. Ele atribuiu as percepções de subfinanciamento às taxas de câmbio flutuantes da Nigéria.

Gara expressou ceticismo de que a investigação da Câmara possa ser uma “caça às bruxas” direcionada ao ex-presidente da NFF Amaju Pinnick, mas prometeu apoio se priorizar responsabilidade genuína. O Comitê de Esportes da Câmara tornou o projeto de Kebbi um foco chave em sua investigação sobre a gestão de subsídios da NFF.

Artigos relacionados

A bustling FIFA-funded mini-stadium in Birnin Kebbi, Nigeria, hosting a local football competition, illustrating its completion and active use amid controversy.
Imagem gerada por IA

Kebbi FA nega má gestão do projeto de miniestádio financiado pela FIFA

Reportado por IA Imagem gerada por IA

A Associação de Futebol de Kebbi rejeitou alegações de desvio de fundos e má execução em um projeto de miniestádio financiado pela FIFA em Birnin Kebbi, Nigéria. Funcionários confirmam que a instalação foi concluída há mais de dois anos e é ativamente usada para competições locais. A controvérsia surgiu após uma foto viral nas redes sociais da FIFA que provocou indignação pública.

A Federação Nigeriana de Futebol (NFF) emitiu um comunicado negando alegações nas redes sociais de que recebe milhões de dólares em fundos irrestritos da FIFA e da CAF. A federação enfatizou que todos esses recursos são alocados para projetos específicos e passam por auditorias regulares por ambos os órgãos governantes. Este esclarecimento aborda a desinformação sobre a natureza desses fundos.

Reportado por IA

Uma alegação viral de Dino Melaye de que a FIFA forneceu 1,2 milhão de dólares cada a Nigéria e Quênia para construção de estádios foi desmentida. A afirmação comparava um pequeno projeto financiado pela FIFA na Nigéria ao Estádio Talanta do Quênia, que é totalmente financiado pelo governo. Verificadores de fatos confirmaram que a FIFA não financiou o projeto queniano.

A federação de futebol da Nigéria apresentou uma queixa à FIFA alegando que a RD Congo utilizou jogadores inelegíveis na sua recente final dos playoffs da CAF. A petição acusa fraude nas mudanças de nacionalidade de vários jogadores, ameaçando as esperanças de qualificação para o Mundial da RD Congo. A RD Congo rejeita o desafio como uvas azedas de um mau perdedor.

Reportado por IA

A Federação de Futebol da Malásia (FAM) aguarda um veredicto do Comité de Recurso da FIFA sobre sanções impostas por documentos falsificados para sete jogadores de herança. O caso envolve violações que podem afetar a liderança da Malásia nas eliminatórias para a Taça da Ásia de 2027. A Confederação Asiática de Futebol (AFC) espera uma resolução antes de 31 de março de 2026 para evitar perturbações no sorteio do torneio.

O presidente da FIFA Gianni Infantino fez uma observação leve sobre fãs de futebol britânicos durante a defesa da Copa do Mundo de 2026 e seus preços de ingressos no Fórum Econômico Mundial. Ele afirmou que nenhuma prisão de britânicos ocorreu no torneio do Qatar em 2022 pela primeira vez na história, uma declaração contestada por fatos e autoridades. O comentário atraiu críticas em meio a debates contínuos sobre altos preços de ingressos.

Reportado por IA

Quatro governadores da região costeira do Quénia enfrentaram escrutínio de uma comissão do Senado por alegações de má gestão financeira, corrupção e violações legais nos setores de água e saúde. Milhões de milhões de fundos públicos foram mal utilizados ou perdidos sem documentação adequada. Os residentes sofrem com pobreza e serviços precários.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar