Dez dias após relatos afirmarem que a FIFA rejeitou a protesto da Nigéria sobre a elegibilidade de jogadores do DR Congo no playoff africano para o Mundial 2026, a Nigeria Football Federation (NFF) refutou essas alegações. O secretário-geral Dr Mohammed Sanusi disse que nenhuma decisão oficial foi recebida, com o assunto ainda em análise.
Numa atualização à disputa em curso sobre a elegibilidade Nigéria-DR Congo para o Mundial 2026, o secretário-geral da NFF Dr Mohammed Sanusi rejeitou especulações mediáticas numa entrevista à AIT de que a FIFA tinha rejeitado a petição da federação. "A NFF não recebeu nenhuma carta da FIFA dizendo que deitaram fora a nossa petição. Verificámos os nossos e-mails, e não havia nenhuma carta da FIFA", afirmou Sanusi, desafiando as fontes dos relatos a produzir provas.
A petição visa jogadores como Aaron Wan-Bissaka e Axel Tuanzebe, que possuem passaportes europeus. A NFF argumenta que estes violam a lei congolesa sobre dupla nacionalidade, acusando o DR Congo de enganar a FIFA durante o processo de aprovação. Isto segue relatos não confirmados de 18 de dezembro sobre a rejeição da FIFA, que teriam confirmado a vitória do DR Congo nos penáltis.
A Fecofa do DR Congo rotulou anteriormente a queixa como "truques de advogados" por "maus perdedores". Segundo as regras da FIFA, protestos de elegibilidade podem desencadear investigações ou sanções. A NFF aguarda uma resposta oficial, que poderia potencialmente reabrir o caminho de qualificação da Nigéria para o torneio de 2026.