Taifa Leo, um jornal queniano, publicou uma coleção de poemas em suaíli enviados por leitores de várias regiões. Os poemas abordam temas como herança, envelhecimento, doença, política e vida cotidiana.
Na seção Malumbano ya Ushairi, o Taifa Leo publicou vários poemas escritos por pessoas comuns de regiões como Busia, Malindi, Bungoma, Mombasa, Kilifi, Migori e Kabarnet. O primeiro poema, 'Chungwa ni la nani?' de Dominiano Adiba Onyango de Budalangi, Busia, usa a metáfora de uma laranja para tratar de uma disputa de herança dentro de uma família, referenciando nomes como Odinga, Oburu Oginga e Winnie. O autor questiona: 'Hilo chungwa ni la nani, mbona mwaling’ang’ania?' para destacar conflitos de partilha de bens. Outros poemas incluem 'Na bado' de Muhammad Omar Chetezo de Malindi, descrevendo as dificuldades do envelhecimento e fraqueza física; 'Mama utapona' de Ludovick Mbogholi de Ngariba, encorajando uma mãe doente por meio de orações; e 'Amka mama' de Allan Chenge de Kachiang', Bungoma, chamando o Congo a despertar contra o sofrimento. Há também 'Bungoma hoyee!' de Kaka Kule de Lukhuna-Tongaren, celebrando a eleição de líderes de professores, elogiando Luketelo, Walela, Busolo, Fei Wafula, Linda Wekesa e Anodi Nyongesa. Poemas adicionais são 'Hakitoshi' de Ustadh Muhammad Abdallah de Malindi, lamentando a pobreza; 'Siutangui udhu' de Hamza Ar-Riyam de Busaramo, Mombasa, arrependendo-se de pecados; 'Hiyo mimba si yangu!' de Onesmus Katana de Msikivu, Kilifi, negando a paternidade; 'Bustani ya mahusiano' de Juma Okal de Migori, aconselhando sobre relacionamentos; e 'Hujafeli mtihani' de Christopher Musa Kalunda de Kabarnet, motivando um aluno que falhou nos exames de que não é o fim da vida. Esta coleção destaca o papel da poesia em suaíli na expressão de visões sociais quenianas, sem adicionar mais detalhes políticos ou culturais além do que está escrito.