Tether descontinua stablecoin de yuan offshore CNH₮

A Tether anunciou a descontinuação de sua stablecoin CNH₮, atrelada ao yuan offshore da China, devido à baixa demanda e adoção limitada. A empresa suspenderá novas emissões imediatamente e encerrará resgates em um ano. Os recursos serão realocados para stablecoins mais usadas, como USDT.

A Tether, principal emissora de stablecoins, revelou em 21 de fevereiro de 2026 que encerrará o suporte ao CNH₮, seu token lastreado no yuan chinês offshore. A decisão decorre de níveis de uso insuficientes que não justificam mais os recursos operacionais necessários para manter o produto nos padrões da empresa.  O processo de desativação ocorre em duas fases. Imediatamente, a Tether parou todas as novas emissões de CNH₮, garantindo que nenhum token adicional entre em circulação. Detentores em blockchains suportadas são incentivados a resgatar seus tokens prontamente, com suporte completo de resgate disponível conforme os termos de serviço até o prazo final. Um ano após o anúncio, em 21 de fevereiro de 2027, a Tether encerrará completamente os serviços de resgate, precedido por um aviso de lembrete aos usuários.  Essa abordagem espelha descontinuações anteriores da Tether, fornecendo uma transição estruturada para permitir que os detentores saiam sem perturbações no mercado. O CNH₮ foi introduzido como parte da linha de stablecoins atreladas a moedas fiduciárias da Tether, distinto do yuan onshore usado na China continental e voltado para traders internacionais.  De agora em diante, a Tether planeja redirecionar esforços para stablecoins com forte adoção orgânica e viabilidade de longo prazo. Isso inclui aprimorar a liquidez dos produtos principais, expandir a infraestrutura de tokenização e desenvolver ferramentas para usuários e desenvolvedores globais. O USDT permanece como o carro-chefe da Tether, com capitalização de mercado de cerca de US$ 185 bilhões.  A empresa, sediada em El Salvador com operações na Suíça, ampliou sua equipe para 300 funcionários e pretende contratar mais 150, principalmente engenheiros, nos próximos 18 meses.

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