Três caçadores furtivos de concha detidos no Parque Nacional Arrecife Alacranes

Três pescadores ilegais foram detidos durante uma patrulha conjunta da Sea Shepherd Conservation Society e autoridades mexicanas no Parque Nacional Arrecife Alacranes em 4 de março de 2026. A operação visava a caça furtiva de concha rosa protegida no Golfo do México. As autoridades apreenderam a embarcação, o equipamento de pesca e recuperaram exemplares de concha dos suspeitos.

No dia 4 de março de 2026, uma patrulha conjunta envolvendo a Sea Shepherd Conservation Society, a Marinha Mexicana (SEMAR), a Comissão Nacional de Áreas Naturais Protegidas (CONANP), a Procuradoria Federal de Proteção ao Ambiente (PROFEPA) e a Comissão Nacional de Aquicultura e Pesca (CONAPESCA) interceptou uma embarcação de pesca ilegal no Parque Nacional Arrecife Alacranes, também conhecido como Recife dos Escorpiões, ao largo da costa de Yucatán no Golfo do México. A patrulha começou com voos de drone na madrugada e buscas na superfície por todo o sistema de recifes, mas nenhuma embarcação foi inicialmente localizada. Após retornar à embarcação Sharkwater da Sea Shepherd, as autoridades avistaram uma panga operando dentro da área protegida. Um barco rápido da Sea Shepherd e dois barcos de patrulha da SEMAR perseguiram a embarcação. Durante a perseguição, os pescadores jogaram uma sacola ao mar, que se acredita conter concha rosa colhida ilegalmente. A SEMAR parou a panga, que transportava três pescadores sem licenças de pesca. Uma inspeção revelou equipamento de mergulho autônomo, incluindo fatos de mergulho, nadadeiras, snorkels, máscaras, anzóis, ferramentas de perfuração, chaves de fenda e um compressor de mergulho — equipamento usado para colher concha em áreas de recife. As autoridades recuperaram nove conchas, uma contendo concha rosa, e sete pedaços de carne fresca de concha crua e eviscerada. Os três suspeitos foram detidos pela SEMAR e transportados para Isla Pérez para processamento pela SEMAR, PROFEPA, CONANP e CONAPESCA. A panga foi rebocada até lá e posteriormente confiscada. Os pescadores foram levados a Progreso, onde foram apresentadas acusações à Procuradoria Geral por pesca ilegal no recife protegido. O Arrecife Alacranes serve como santuário e área de reprodução para o caramujo-rainha do Caribe (Lobatus gigas), uma espécie proibida de extração desde 1988 devido à superexploração e listada no Apêndice II da CITES. A pesca ilegal ameaça o ecossistema do recife, com intercepções anteriores resultando em mais de 600 quilogramas de carne de concha. Essas patrulhas visam fazer cumprir as leis ambientais e proteger a biodiversidade marinha nos recifes remotos do México.

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