O presidente Donald Trump proferiu seu discurso sobre o Estado da União em 24 de fevereiro de 2026, perante um Congresso profundamente dividido, focando em conquistas econômicas e expansão de combustíveis fósseis enquanto ignorava as mudanças climáticas. O discurso de quase duas horas visou energizar seus apoiadores, mas não fez gestos em direção à unidade. O procurador-geral do Texas, Ken Paxton, compareceu ao evento como convidado do representante Troy Nehls.
O presidente Donald Trump discursou perante um Congresso profundamente dividido em seu discurso sobre o Estado da União em 24 de fevereiro de 2026, adotando um tom beligerante que buscava unir sua equipe sem apelos à unidade nacional. O discurso, com duração de quase duas horas, destacou o que Trump descreveu como uma reviravolta econômica, alegando que os EUA estavam «vencendo» na economia apesar de relatórios indicando que muitos eleitores não percebem tais melhorias. Referências de artigos do Wall Street Journal mencionadas em discussões de podcasts indicam que Trump celebrou essa reviravolta, enquanto a Politico avaliou seu desempenho em questões principais de 2026. nnUma omissão notável foi qualquer referência às mudanças climáticas, mesmo com incêndios florestais e tempestades causando devastação generalizada nos EUA. Em vez disso, Trump se gabou de políticas de combustíveis fósseis, afirmando: «Cumpri minha promessa de perfurar, bebê, perfurar». Esse enfoque alinha-se com as ações de sua administração, incluindo a revogação de regulamentações ambientais chave, o desmantelamento de controles de emissões de gases de efeito estufa e a retirada de acordos climáticos internacionais. O discurso ocorreu cerca de uma década após o Acordo de Paris, com os EUA, o maior poluidor histórico de carbono, a caminho de não cumprir metas críticas de redução de emissões até 2030. nnO procurador-geral do Texas, Ken Paxton, candidato nas próximas primárias republicanas para o Senado, compareceu ao discurso como convidado do representante Troy Nehls. Nehls descreveu os avisos sobre o custo potencial da nomeação de Paxton na eleição geral como uma «tática de susto». nnCríticos, incluindo defensores ambientais, instaram a continuação de ações em níveis estadual e local para contrabalançar a inação federal em questões climáticas. Grandes grupos ambientais entraram com ações judiciais contra as retrocessos da Agência de Proteção Ambiental, e governos municipais perseguem políticas climáticas de forma independente. O discurso gerou reações mistas, com alguns o vendo como erro político em meio a desafios econômicos e ambientais em curso.