Veículos elétricos superbaratos estão disponíveis em outras partes do mundo, graças a avanços na tecnologia de baterias e na manufatura. No entanto, o mercado dos EUA enfrenta desafios únicos que impedem as montadoras de oferecer EVs de US$ 15.000. Em 2025, esperava-se paridade de preços global entre EVs e carros a gasolina, mas isso não ocorreu na América do Norte.
Avanços na tecnologia de baterias e na manufatura tornaram os carros novos significativamente mais baratos em todo o mundo, possibilitando a existência de veículos elétricos superbaratos (EVs) em regiões fora dos EUA. O burburinho nas redes sociais, como alegações de que “Este EV chinês de US$ 15.000 DESTRUIRÁ a indústria automotiva!!”, destaca a empolgação em torno dessas opções acessíveis.
Especialistas anteciparam 2025 como o ano em que os EVs alcançariam paridade de preços global com carros a gasolina em seus respectivos segmentos, significando que custariam o mesmo independentemente de serem movidos por um motor ou por uma bateria com motores elétricos. Esse marco representaria uma mudança significativa na indústria automotiva.
No entanto, na América do Norte, essa paridade não se concretizou. O mercado dos EUA apresenta desafios únicos para as montadoras, impedindo a introdução de EVs de US$ 15.000 apesar dos progressos em outros lugares. Esses obstáculos ressaltam as complexidades de adaptar inovações globais ao contexto americano, onde fatores como infraestrutura e regulamentações desempenham um papel.