A governadora da Virgínia, Abigail Spanberger, manifestou abertura para considerar propostas fiscais do Partido Democrata sobre serviços como mensalidades de academias, assinaturas de streaming e lavanderias. Os projetos de lei, apresentados no início deste ano, ficaram parados na Assembleia Geral sem votação. Spanberger fez campanha focada na acessibilidade financeira, mas enfatizou a discussão sobre opções de receita em meio a mudanças econômicas.
Legisladores democratas na Virgínia apresentaram projetos de lei no início deste ano para expandir o imposto sobre vendas para diversos serviços, incluindo mensalidades de academias, instalações de armazenamento, passeios com cães, aconselhamento, reparos de veículos e residências, lavagem a seco, assinaturas digitais e outros. Propostas adicionais visavam a venda de armas e munições, além de taxas para entregadores de serviços como DoorDash e Uber Eats. Segundo o gabinete da governadora, esses projetos nunca foram levados a votação e estão parados na Assembleia Geral do estado. Nenhum foi promulgado como lei. Spanberger disse a uma afiliada local da ABC que tais ideias merecem discussão. "Acho que há conversas valiosas a serem feitas sobre como será a geração de receita no futuro, à medida que nossa economia muda de tantas maneiras", afirmou ela. Ela demonstrou simpatia pela tributação de serviços de streaming, observando: "antigamente você comprava um DVD e havia um imposto sobre a venda. O streaming é diferente. Por isso, reconheço que há valor em ter essas conversas". O presidente Trump criticou Spanberger em uma publicação no Truth Social no mês passado, escrevendo: "Não consigo acreditar no que esta nova governadora, Spanberger, fez à Commonwealth — Que triste!". O gabinete dela descartou as alegações como desinformação, com Spanberger classificando como "absurdas" as afirmações de que os impostos estariam avançando. Ela disse que qualquer decisão de assinar um projeto de lei dependeria de seus detalhes.