Cardiologia
Estudo: ferramentas de risco de ataque cardíaco falham em identificar quase metade dos futuros pacientes
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Um estudo liderado por Mount Sinai descobre que calculadoras de risco de ataque cardíaco comumente usadas e triagem baseada em sintomas falham em identificar quase metade das pessoas que em breve sofrerão o primeiro ataque cardíaco. O relatório breve, publicado em 21 de novembro na JACC: Advances, ressalta limitações nas estratégias de prevenção atuais e defende imagens mais precoces para detectar placa silenciosa.
A Clínica Medilaser sediou o Primeiro Simpósio sobre Cardiopatias Congênitas “Pequenos Corações, Grandes Desafios” no Centro de Convenciones José Eustasio Rivera, como parte do lançamento do HUB Nacional para Cardiopatias Congênitas. O evento reuniu especialistas para aprimorar o diagnóstico precoce e o tratamento local dessas condições no sul da Colômbia, auxiliando crianças de Huila e Caquetá. Os especialistas enfatizaram os avanços na tecnologia e uma abordagem centrada no paciente e na família.
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Um grande estudo norte-americano descobriu que 27 por cento dos pacientes com hipertensão resistente apresentam hipercortisolismo, um excesso do hormônio do estresse, o cortisol. O estudo MOMENTUM, que envolveu 1.086 participantes em 50 centros, demonstrou que essa condição é muito mais comum do que se pensava anteriormente entre aqueles cuja pressão arterial permanece elevada apesar do uso de múltiplos medicamentos. A descoberta sugere que o rastreamento de níveis elevados de cortisol pode ajudar a explicar as falhas no tratamento.