Ciência Ambiental
Modern life clashes with human biology shaped by nature, anthropologists say
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Evolutionary anthropologists argue that human physiology, honed over hundreds of thousands of years for active, nature-rich hunter-gatherer lives, is poorly suited to the chronic pressures of industrialized environments. This mismatch, they say, is contributing to declining fertility and rising rates of inflammatory disease, and should prompt a rethink of how cities and societies are designed.
Pesquisadores da The Hong Kong Polytechnic University analisaram 30 anos de dados para mostrar que os níveis do mar globais subiram cerca de 90 milímetros desde 1993, com o derretimento do gelo terrestre agora impulsionando a maior parte do aumento. O estudo, usando medição a laser por satélite, indica uma subida média de 3,3 milímetros por ano, uma taxa que está a acelerar. A massa oceânica do derretimento do gelo representa mais de 60 por cento do aumento desde 2005.
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Uma nova revisão na Science destaca como o plâncton calcificante, minúsculos organismos marinhos que formam conchas de carbonato de cálcio, está sub-representado nos modelos climáticos. Estes plâncton desempenham um papel crucial na bomba de carbono oceânica, retirando carbono da atmosfera e armazenando-o em águas profundas. A omissão pode levar a subestimar a resposta do oceano às alterações climáticas.
Cientistas descobriram que o Oceano Austral libera 40% mais dióxido de carbono durante o inverno do que se estimava anteriormente. Usando dados de satélite a laser e aprendizado de máquina, os pesquisadores penetraram na escuridão polar para revelar esta explosão de emissões oculta. As descobertas reformulam o entendimento do papel do oceano no ciclo global de carbono.
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Pesquisadores de instituições australianas publicaram um estudo na Nature destacando mudanças abruptas e interligadas no gelo, oceanos e ecossistemas da Antártida. Essas transformações, impulsionadas pelo aumento das emissões de carbono, podem levar a impactos globais irreversíveis, incluindo elevação do nível do mar e perda de biodiversidade. Reduções urgentes de emissões são essenciais para mitigar danos adicionais.