Geologia

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O rover Perseverance da NASA descobriu rochas brancas brilhantes feitas de argila caulinita na cratera Jezero, sugerindo que Marte experimentou milhões de anos de chuvas em condições quentes e úmidas. Essas argilas ricas em alumínio, semelhantes às formadas nas florestas tropicais da Terra, implicam que o planeta tinha água abundante e ambientes potencialmente habitáveis há muito tempo. As rochas espalhadas intrigam os cientistas sobre suas origens, possivelmente de inundações ou impactos.

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Cientistas descobriram como um depósito promissor de nióbio se formou nas profundezas do centro da Austrália há mais de 800 milhões de anos. As descobertas ligam as origens do metal à ruptura do antigo supercontinente Rodinia. O nióbio desempenha um papel chave no fortalecimento do aço e no avanço de tecnologias de energia limpa.

Rochas sedimentares na cratera Gale de Marte sugerem que o planeta já teve uma lua muito maior capaz de gerar marés em seus lagos antigos. Pesquisadores analisaram formações em camadas fotografadas pelo rover Curiosity da NASA, propondo que essa lua tinha 15 a 18 vezes a massa da lua atual Fobos. Embora a ideia reviva teorias de marés, alguns especialistas questionam se os pequenos lagos de cratera poderiam suportar tal atividade.

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Pesquisadores identificaram vastos depósitos de detritos de lava sob o Oceano Atlântico Sul que capturam quantidades significativas de dióxido de carbono ao longo de dezenas de milhões de anos. Essas formações de brecha, formadas por montanhas subaquáticas erodidas, armazenam muito mais CO2 do que amostras típicas de crosta oceânica. A descoberta destaca um mecanismo anteriormente não reconhecido no ciclo de carbono de longo prazo da Terra.

 

 

 

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