Ciência Médica
Cientistas identificam enzima de morte celular que ajuda células cancerosas a sobreviver ao tratamento
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Pesquisadores da University of California San Diego relatam que certas células cancerosas sobrevivem a terapias direcionadas usando ativação de baixo nível de uma enzima ligada à morte celular, permitindo que elas suportem o tratamento e regrow tumores mais tarde. Como esse mecanismo de resistência não depende de novas mutações genéticas, ele aparece cedo no tratamento e pode oferecer um novo alvo para ajudar a prevenir a recaída do tumor.
Células cancerígenas que reduzem o MHC classe I — uma forma comum de escapar das células T “assassinas” CD8+ — podem se tornar mais vulneráveis à destruição pelas células T “auxiliares” CD4+ por meio da ferroptose, de acordo com uma pesquisa liderada pelo Baylor College of Medicine e colaboradores da Universidade de Michigan, publicada na Nature Immunology.
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Uma proteína chamada NFIL3 foi identificada como um fator chave na redução do desempenho a longo prazo das células CAR-T usadas no tratamento do câncer. Pesquisadores mostraram que desativar essa proteína permite que as células modificadas permaneçam ativas por mais tempo e combatam tumores de forma mais eficaz em modelos laboratoriais.