Feridas
Estudo liga metabolismo de Enterococcus faecalis à cicatrização estagnada em feridas crônicas
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Pesquisadores relatam que Enterococcus faecalis —uma bactéria frequentemente encontrada em feridas crônicas— pode dificultar a reparação da pele ao gerar peróxido de hidrogênio por meio de uma via metabólica, desencadeando respostas de estresse que impedem a migração de células-chave da pele. Em experimentos de laboratório, a quebra do peróxido com a enzima antioxidante catalase ajudou a restaurar o movimento celular, sugerindo uma abordagem de tratamento potencial que não depende de antibióticos.
Pesquisadores da University of California, Riverside dizem ter desenvolvido um adesivo de gel flexível alimentado por bateria que gera oxigênio dentro de feridas difíceis de curar — uma abordagem destinada a combater a privação de oxigênio em tecidos profundos que pode estagnar a recuperação e contribuir para amputações. Em experimentos com ratos diabéticos e idosos, a equipe relatou que feridas que frequentemente permaneciam abertas — e às vezes eram fatais — fecharam em cerca de 23 dias quando tratadas com o adesivo gerador de oxigênio.