O prefeito de Providencia, Jaime Bellolio, defendeu uma coalizão de emergência para enfrentar os desafios do país, em meio a apelos pela unidade política após a vitória eleitoral de José Antonio Kast. Durante um evento de Natal no Hospital Luis Calvo Mackenna, ele evitou debates sobre terminologia e enfatizou a integração de diversos setores da oposição. Ele também apoiou a transparência na gestão pública em meio a investigações em Peñalolén e o papel de supervisão da Contraloría.
Jaime Bellolio, prefeito de Providencia, comentou durante um evento de Natal no Hospital Luis Calvo Mackenna sobre o panorama político aberto pela vitória de José Antonio Kast. Ele enfatizou a necessidade de formar uma “coalizão de emergência” para abordar os principais desafios da nação por meio de um quadro de unidade, minimizando debates sobre se deve ser chamada de coalizão, aliança ou conglomerado.
“Até agora, o que vimos foram sinais muito apropriados em termos de necessidade de um governo de emergência, uma coalizão que possa responder a essa emergência, mas acima de tudo em unidade”, afirmou Bellolio. Ele destacou o apelo do presidente eleito para incluir Chile Vamos, independentes e outros setores que se opuseram à administração atual. “Parece-me muito bom que seja em termos de unidade para responder às emergências que os cidadãos nos apresentam hoje”, acrescentou, evitando especulações sobre nomes ou cargos, que Kast decidirá na primeira metade de janeiro.
Enquanto isso, Bellolio abordou a investigação do Ministério Público sobre um possível déficit financeiro na Municipalidade de Peñalolén, enfatizando a importância da transparência total na gestão de recursos públicos. “Para nós que estamos no comando de municípios e gerenciamos orçamentos como autoridades, é essencial ter transparência completa e total, não só na administração dos recursos, mas também na forma como eles são deixados para outras administrações”, disse ele.
Quanto aos relatórios da Contraloría General de la República sobre irregularidades financeiras em entidades públicas, ele endossou seu papel de auditoria. “O dinheiro público não é o dinheiro de quem for prefeito, presidente ou ministro; pertence ao povo”, declarou, observando que a supervisão da agência constrói a confiança pública nos funcionários.