China threatens retaliatory measures against Mexico over import tariffs

China warned Mexico on March 26, 2026, of potential trade reprisals following tariffs imposed in December 2025 on over 1,400 categories of Asian goods, primarily Chinese. The move risks complicating Mexico's USMCA renewal talks with the US. Economy Secretary Marcelo Ebrard dismissed Beijing's complaints, accusing Chinese firms of state-backed dumping.

China's Ministry of Commerce (MOFCOM) issued a warning on Thursday, March 26, 2026, stating it could impose retaliatory measures after concluding a formal investigation launched on September 25, 2025, into Mexico's tariffs—up to 50% on more than 1,400 categories of Asian goods. The probe found the duties create trade barriers, restricting Chinese products, services, and investments in Mexico and harming Chinese competitiveness. “The ministry is authorised to apply the pertinent measures to firmly safeguard the interests of Chinese industries,” MOFCOM said via state news agency Xinhua, following initial findings released the previous day.

This escalation follows Mexico's Senate approval in December 2025 of the tariffs to protect domestic industries amid USMCA review pressures. Speaking at the Caintra assembly in Monterrey, Economy Secretary Marcelo Ebrard rejected Beijing’s stance: “We put tariffs in place because we consider that there is an effort to expand the market with government support. Your exit price is lower than what it costs the other guy to open his shop. You are going to bankrupt any company.”

The dispute could hinder Mexico's negotiations to renew the USMCA with the United States.

Artigos relacionados

Marcelo Ebrard announces Mexico's lower tariffs under Trump's global levy at press conference, with comparative charts.
Imagem gerada por IA

México pagará tarifas menores sob tarifa global de 10% de Trump: Ebrard

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Marcelo Ebrard, secretário da Economia, afirmou que o México melhorará sua posição relativa em relação aos Estados Unidos devido à tarifa global de 10% anunciada por Donald Trump. O oficial observou que as tarifas efetivas médias sobre exportações mexicanas cairão de 4,1% para cerca de 2%. Enquanto isso, a inflação mexicana subiu para 3,92% na primeira quinzena de fevereiro, impulsionada por novos impostos e tarifas sobre importações asiáticas.

Mexico's Senate has approved legislation imposing tariffs of up to 50 per cent on more than 1,400 products from Asian countries, primarily targeting Chinese imports to bolster domestic producers. President Claudia Sheinbaum defended the move, stating it supports the 'Plan Mexico' without harming the national economy. Beijing has criticised the duties as damaging to its interests.

Reportado por IA

Após o decreto de dezembro de 2025 que impõe tarifas de 5-50% sobre importações não cobertas por FTA, as medidas do México visam particularmente o setor automotivo, elevando os direitos sobre veículos leves para 50% e peças até 50%. Embora busquem proteger a indústria nacional e gerar mais de 70 bilhões de pesos em receita, as políticas atraem críticas por desacelerar a adoção de tecnologias de VE chinesas, embora as marcas permaneçam otimistas com o mercado mexicano graças às plantas locais.

A revisão do T-MEC representa obstáculos significativos para o México, pois os EUA priorizam a segurança nacional em detrimento da eficiência comercial. Analistas destacam a vulnerabilidade do México nas negociações bilaterais e as mudanças nas percepções estratégicas. O baixo crescimento econômico de 0,7% do México em 2025 agrava sua posição.

Reportado por IA

México e Estados Unidos iniciarão a primeira rodada formal bilateral de negociações em 16 de março, em Washington, para revisar o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (T-MEC), anunciou o secretário da Economia Marcelo Ebrard em 5 de março, após acordo com o representante comercial dos EUA Jamieson Greer. As discussões abrangerão regras de origem, integração industrial, segurança da cadeia de suprimentos e competitividade regional, enquanto o setor privado mexicano expressa otimismo.

A revisão do Acordo México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) em 2026 está se configurando como um processo complexo repleto de incertezas, segundo especialistas. O evento definirá a certeza comercial para a América do Norte, com riscos de protecionismo dos EUA e possíveis mudanças estruturais. O México enfrenta desafios em setores como energia, trabalho e migração.

Reportado por IA

Após o acordo da semana passada, a primeira rodada bilateral de negociações de revisão do T-MEC entre México e Estados Unidos, marcada para 16 de março em Washington, se concentrará em reduzir a dependência de insumos asiáticos, regras de origem e segurança das cadeias de suprimento em meio a tensões globais como conflitos no Oriente Médio, disse o secretário de Economia Marcelo Ebrard.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar