Colombian students celebrate Colfuturo scholarships' independence from government funding in 2026, with President Petro's endorsement.
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Programa de bolsas da Colfuturo operará sem fundos governamentais a partir de 2026

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A Colfuturo anunciou que seu Programa Crédito Beca entrará em uma nova fase sem apoio financeiro do Governo Nacional a partir de 2026. O presidente Gustavo Petro respaldou a decisão, argumentando que a entidade é privada e beneficiou principalmente estratos socioeconômicos altos nas grandes cidades. O programa permitiu que quase 25.000 colombianos cursassem mestrados e doutorados nas melhores universidades do mundo.

O Programa Crédito Beca (PCB) da Colfuturo, o maior do seu tipo na América Latina, enfrentará mudanças significativas a partir de 2026 após a retirada da contribuição de 40% do Governo Nacional. A entidade, que dependeu de fundos estatais por mais de duas décadas, confirmou que a promoção de 2025 foi a última a receber recursos públicos. Juntos, Colfuturo e o Estado investiram US$892 milhões para selecionar quase 25.000 colombianos que retornaram para contribuir ao desenvolvimento nacional.

O presidente Gustavo Petro defendeu a medida em sua conta no X, afirmando que «a Colfuturo é uma entidade privada que só entregou bolsas a pessoas dos estratos quatro, cinco e seis, só em Bogotá e Medellín. Só 3.000 por ano». Ele acrescentou que o Ministério das Ciências, uma entidade pública, agora administra bolsas para mais de 7.000 estudantes de todo o país em profissões necessárias à Colômbia, com foco em programas de mestrado e doutorado.

A decisão responde às críticas da pré-candidata presidencial Vicky Dávila, que a chamou de um negativo «presente de Natal» do governo. Jerónimo Castro Jaramillo, diretor executivo da Colfuturo, explicou que o último desembolso governamental em 2025 foi de $64 bilhões (cerca de US$15 milhões). De 2017 a 2025, o programa apoiou 17.000 estudantes com US$620 milhões, 40% do Estado via MinCiencias.

A Colfuturo está redesenhando o programa para buscar novas fontes de financiamento, possivelmente por meio de crédito, o que poderia reduzir sua escala e tornar as condições menos generosas. A seleção de beneficiários manterá os mesmos critérios, mas com linhas de corte mais altas; neste ano, 1.200 foram escolhidos entre 5.000 inscrições. A entidade assegura que cumprirá todos os compromissos adquiridos e anunciará detalhes nos primeiros meses de 2026.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X sobre o programa de bolsas da Colfuturo perder o financiamento governamental a partir de 2026 estão polarizadas. Figuras da oposição e críticos o condenam como um golpe à educação jovem e ao desenvolvimento de talentos, acusando o governo de priorizar criminosos em vez de estudantes. Apoiadaores, incluindo o presidente Petro e o MinCiencias, argumentam que beneficia elites de estratos altos e permite bolsas diretas e equitativas para mais estudantes de origens diversas. Relatos neutros destacam os planos da Colfuturo para financiamento privado. Há ceticismo quanto a se as alternativas governamentais igualarão a escala e a qualidade anteriores.

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