Colombia in top 5 of standout economies according to The Economist

The Economist magazine ranked Colombia fourth among 36 OECD economies with the best performance in 2025, tying with Spain. This recognition highlights the country's strong economic growth and thriving stock market. President Gustavo Petro celebrated the achievement, crediting it with attracting global investors.

Colombia's economy has earned international praise by closing the year with a strong showing in The Economist's annual report on the most notable economies of 2025 in the OECD. The country holds fourth place, tied with Spain, outperforming G7 nations like Canada, France, and Japan, amid a global backdrop of persistent inflation and worldwide growth of around 3%.

The ranking relies on five key macroeconomic indicators: inflation, inflation breadth, gross domestic product (GDP), employment, and stock market performance. Colombia excelled especially in GDP growth, reaching 3.4% year-over-year, and in narrowing inflation breadth by 6.7 points, signaling reduced price pressures across the household basket.

These figures align with recent local data from the National Government and Dane, indicating annual inflation at 5.30% in November and an unemployment rate of 8.2% in October, marking the most robust recovery since the pandemic. While the Central Bank of Colombia forecasts a more conservative 2.6% growth for 2025, The Economist's analysis emphasizes the nation's resilience to external shocks and tight monetary policies.

President Gustavo Petro responded on his X account: "The Economist recognizes us as the fourth best economy in the OECD. That's why true entrepreneurs from across the country and the world seek us out for dialogue." This ranking affirms Colombia's economic vitality in a challenging year.

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O Departamento Administrativo Nacional de Estatística (Dane) revelou que o Indicador de Seguimento Econômico (ISE) cresceu 3,1 % em novembro de 2025 em comparação com o mesmo mês de 2024, marcando 18 meses consecutivos de crescimento positivo. No entanto, o setor manufatureiro registrou progresso limitado com crescimento de produção de 0,7 %, enquanto as vendas caíram 0,4 % e o comércio varejista subiu 7,5 %. A produção industrial geral variou 1,7 %, impulsionada pelo fornecimento de eletricidade.

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Aproveitando seu forte desempenho em 2025 como a quarta moeda emergente mais forte, o peso colombiano valorizou-se 3,8% nos primeiros 14 dias de janeiro de 2026, liderando o grupo. Supera o peso chileno (2,8%) e o peso argentino (1%), impulsionado pela emissão de dívida externa do governo e dados favoráveis de inflação dos EUA.

Dane informou que a taxa de desemprego da Colômbia em outubro de 2025 foi de 8,2%, a mais baixa para um outubro desde 2017, com 2,1 milhões de pessoas desempregadas. Isso representa uma queda de 0,9 ponto percentual em relação a outubro de 2024. No entanto, a Andi alertou sobre o aumento da informalidade no mercado de trabalho em meio à criação de empregos.

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JP Morgan divulgou seu primeiro relatório do ano sobre estratégias de mercados globais, destacando uma possível recuperação no fornecimento de petróleo venezuelano para 1,2 milhão de barris por dia nos próximos meses. Para a Colômbia, prevê crescimento do PIB de 2,8 % este ano e inflação de 6,1 % no fim do ano. O relatório também aborda tensões geopolíticas e o mercado de trabalho dos EUA.

Continuando sua forte tendência de revalorização no início de janeiro — onde liderou as moedas emergentes com ganhos acima de 4% até 22 de janeiro —, o peso colombiano se desvalorizou 1,36% em 28 de janeiro de 2026, divergindo de pares regionais apreciados como o real brasileiro e o peso mexicano. Apesar da queda diária, mantém ganho mensal de 3,5% em meio à volatilidade global e recuperação de commodities.

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Em dezembro de 2025, a Colômbia criou 603.000 novos empregos, reduzindo a taxa de desemprego para 8,0 %, uma queda de 1,1 ponto percentual em relação a 2024. No entanto, 55,5 % dos trabalhadores, cerca de 13,45 milhões de pessoas, permanecem em emprego informal. Especialistas notam progressos, mas alertam para desafios estruturais contínuos no mercado de trabalho.

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