Peso colombiano lidera revalorização de moedas emergentes no início de 2026

Aproveitando seu forte desempenho em 2025 como a quarta moeda emergente mais forte, o peso colombiano valorizou-se 3,8% nos primeiros 14 dias de janeiro de 2026, liderando o grupo. Supera o peso chileno (2,8%) e o peso argentino (1%), impulsionado pela emissão de dívida externa do governo e dados favoráveis de inflação dos EUA.

Continuando seu ímpeto de 2025 —quando se valorizou 18,3% frente ao USD em meio à fraqueza global do dólar—, o peso colombiano fortaleceu-se ainda mais, ganhando 3,8% no início de janeiro de 2026. Isso o posiciona à frente de pares como o peso chileno (2,8%) e o peso argentino (1%), com avanços também no real brasileiro, colón costarriquenho e peso mexicano, refletindo influxos de capital e perspectivas monetárias positivas. Em contraste, o guaraní paraguaio caiu 9,6%, e o peso dominicano 0,4%. Em 13 de janeiro, o dólar abriu em US$ 3.705, caindo para US$ 3.626,55; em 14 de janeiro, iniciou em US$ 3.630 (abaixo do TRM de US$ 3.663,24), atingindo mínima de US$ 3.610 e máxima de US$ 3.666,5 após 794 negociações totalizando US$ 677,1 milhões. Principais impulsionadores incluem a emissão recorde de dívida externa do governo de US$ 5 bilhões (a maior da história, com maturidades de 3, 5 e 7 anos), convertendo dólares em pesos e aumentando a oferta, conforme Mauricio Acevedo da Corficolombiana. Globalmente, inflação dos EUA em 2,7% (núcleo abaixo do esperado) apoia previsões de cortes de juros do Federal Reserve até meados de 2026. O aumento do salário mínimo na Colômbia pode alimentar inflação local, potencialmente levando a taxas estáveis ou mais altas, atraindo investimentos em meio à incerteza política nos EUA, segundo Gregorio Gandini. Vendas no varejo dos EUA subiram em novembro por carros e feriados, com leve alta na inflação no atacado improvável de alterar política do Fed, segundo Clark Bellin da Bellwether Wealth. Acevedo destaca a ausência de notícias negativas como ideal para a tendência do peso.

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Continuando sua forte tendência de revalorização no início de janeiro — onde liderou as moedas emergentes com ganhos acima de 4% até 22 de janeiro —, o peso colombiano se desvalorizou 1,36% em 28 de janeiro de 2026, divergindo de pares regionais apreciados como o real brasileiro e o peso mexicano. Apesar da queda diária, mantém ganho mensal de 3,5% em meio à volatilidade global e recuperação de commodities.

Com base no ganho de 3,8 % nos primeiros 14 dias de janeiro, o peso colombiano valorizou-se mais 4,5 % nos primeiros 22 dias, mantendo a posição de topo entre as moedas emergentes. Novos fatores internacionais, como os comentários de Donald Trump sobre a Groenlândia e um decreto nacional de pensões, reforçam a tendência, com o peso chileno (3,8 %) e o rublo russo (3,79 %) atrás.

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Na primeira sessão de negociações de 2026, o dólar blue da Argentina caiu para 1.495 pesos (compra) e 1.515 pesos (venda), em meio à liberalização contínua do mercado de câmbio desde abril de 2025. Dólar oficial em 1.445/1.495; MEP 1.499,30/1.501,80; CCL 1.535,30/1.536,60; cripto 1.524,10/1.541,12; dólar cartão 1.943,50. Risco-país atinge 567 pontos-base.

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O mercado financeiro colombiano antecipa que o Banco de la República elevará sua taxa de juros na reunião de 30 de janeiro de 2026, de acordo com uma pesquisa da Citi. De 25 entidades consultadas, 17 esperam um ajuste para 9,75%, enquanto apenas cinco preveem que permaneça em 9,5%. Essa perspectiva é impulsionada pelo aumento do salário mínimo e inflação projetada em 5,8%.

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