Continuando sua forte tendência de revalorização no início de janeiro — onde liderou as moedas emergentes com ganhos acima de 4% até 22 de janeiro —, o peso colombiano se desvalorizou 1,36% em 28 de janeiro de 2026, divergindo de pares regionais apreciados como o real brasileiro e o peso mexicano. Apesar da queda diária, mantém ganho mensal de 3,5% em meio à volatilidade global e recuperação de commodities.
Em 28 de janeiro de 2026, a taxa de câmbio USD/COP fechou em 3.672 pesos (faixa intradiária: 3.616–3.685), marcando uma desvalorização diária de 1,36%. Isso contrastou com ganhos do real brasileiro (0,23%), peso chileno (0,67%) e peso mexicano (0,37%). nnRegionalmente, o real brasileiro lidera as revalorizações de janeiro com 5,6%, seguido pelo peso chileno (5,11%) e peso mexicano (4,8%). O ganho de 3,5% do peso colombiano no mês caiu no ranking, mas permanece no top 10, à frente do rand sul-africano (4,4%). nnO índice do dólar (DXY) subiu 0,16% para 96,37, mas caiu 2,42% em cinco dias, ligado à confiança em declínio nas políticas tarifárias e econômicas de Donald Trump. «O dólar despencou globalmente e os investidores valorizam cada vez mais ativos como o ouro», disse Andrés Langebaek, ex-vice-presidente do Anif. nnCommodities apoiaram os mercados: Brent +1,64% para US$ 68,7/barril, WTI +1,80% para US$ 63,5, ouro +4,01% para US$ 5.387,9. As altas taxas de juros da Colômbia auxiliam a revalorização, embora fatores globais dominem. nnIsso destaca um mercado forex fragmentado, com o peso sob pressões únicas domésticas e externas, construindo sobre sua liderança anterior nos ganhos de moedas emergentes.