Dados do FMI e da ONU mostram o Japão liderando a expectativa de vida com 85 anos, Colômbia com 78 anos em 2025. Fatores como acesso à saúde e educação impulsionam esses números. Projeções sugerem que a Colômbia alcançará 89 anos em 2100, em quinto lugar na região.
A expectativa de vida varia significativamente entre as maiores economias do mundo, de acordo com dados da Visual Capitalist do Fundo Monetário Internacional (FMI) e das Nações Unidas (ONU). O Japão tem a média mais alta de 85 anos, seguido pela França e Itália com 84 anos cada. Alemanha e Reino Unido chegam a 82 anos, Canadá 83 anos, EUA 80 anos, China 79 anos, Rússia 74 anos e Índia 73 anos. Nos EUA, a falta de saúde universal leva a custos altos de US$ 14.855 por pessoa, o dobro da média da OCDE. A China melhorou a prevenção de doenças e a cobertura de seguros médicos. A Índia aumentou sua expectativa de vida em 27 anos desde 1965, devido a avanços na saúde, redução da mortalidade infantil e melhor nutrição. Regionalmente, uma análise da Cepal destaca tendências na América Latina. Em 2025, o Chile lidera com 82 anos, enquanto a Colômbia registra 78 anos, ao lado de Argentina, Cuba, Equador e Peru. Em 1965, o Uruguai liderava com 66 anos, Argentina e Porto Rico com 61 anos, e Chile com apenas 53 anos. Até 2100, Chile, Costa Rica e Porto Rico são projetados em 91 anos, Panamá em 90 anos e Colômbia em 89 anos, empatando em quinto com Cuba e Uruguai. Argentina, Equador e Peru alcançariam 88 anos. Esses ganhos destacam o papel das melhorias na saúde pública e condições socioeconômicas.