Pilotos divididos sobre novos carros de F1 após teste de pré-temporada no Bahrein

O primeiro teste de pré-temporada da Fórmula 1 de 2026 no Bahrein destacou divisões entre pilotos sobre as novas regras focadas em energia, com alguns elogiando o fator diversão dos carros e outros criticando a mudança de pilotagem pura para gestão. Mercedes e Ferrari mostraram bom ritmo em simulações de corrida, enquanto o motor da Red Bull impressionou rivais apesar das críticas de Max Verstappen. Aston Martin sofreu bastante, com quatro segundos de atraso sobre os líderes.

O teste de pré-temporada de três dias no Bahrain International Circuit, concluído em 13 de fevereiro de 2026, marcou a estreia da reforma regulatória mais significativa da Fórmula 1, com novos carros, motores e combustível sustentável carbono-neutro. Os pilotos adaptaram-se às demandas de recuperação de energia que priorizam a gestão sobre a velocidade pura, alterando abordagens em curvas como a Turn 12 do Bahrein, historicamente um desafio de alta velocidade. Max Verstappen da Red Bull chamou os carros de exercício de 'gestão', afirmando: 'Como piloto puro, gosto de pilotar a fundo. E no momento, não se pode fazer isso.' Em contraste, Lando Norris da McLaren achou-os 'muito divertidos', sugerindo que Verstappen poderia correr em outro lugar se estivesse insatisfeito. George Russell da Mercedes adotou uma visão equilibrada, notando: 'Se vocês têm os melhores carros para nós desfrutarmos, isso não significa que vai dar as melhores corridas', destacando a 'bem assustadora' vantagem da Red Bull. Fernando Alonso da Aston Martin ecoou as preocupações, dizendo que o chef da equipe poderia lidar com a Turn 12 em velocidades reduzidas para poupar energia: 'Agora na Turn 12 estamos, tipo, 50 km/h mais lentos porque não queremos desperdiçar energia ali.' Ele pediu cautela, adicionando: 'Após três ou quatro corridas talvez tenhamos uma ideia melhor.' Em termos de desempenho, Mercedes liderou os tempos de volta com 1:33.669 de Kimi Antonelli, seguido de perto por George Russell e Ferrari de Lewis Hamilton. Simulações de corrida indicaram Mercedes e Ferrari na frente, com o stint de 28 voltas de Antonelli em 46m24.611s superando Hamilton em 7.484s e Oscar Piastri da McLaren em 18.038s. O motor da Red Bull recebeu elogios pela implantação consistente de energia, embora o diretor técnico Pierre Wache dissesse: 'Mercedes, McLaren e Ferrari estão no topo.' Aston Martin enfrentou contratempos, com Lance Stroll estimando déficit de quatro segundos e problemas de confiabilidade limitando voltas. Representante da equipe Pedro de la Rosa admitiu: 'Em resumo, estamos lentos.' Equipes do meio do pelotão como Haas mostraram promessa, enquanto Cadillac completou runs longos respeitáveis. Uma controvérsia ferve sobre possível brecha no ratio de compressão do motor Mercedes, com rivais pressionando por esclarecimento da FIA antes da abertura australiana em 6-8 de março.

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