Especialista em etiqueta discute boas maneiras digitais em seu novo livro

Alison Cheperdak, fundadora da Elevate Etiquette, escreveu um livro sobre etiqueta moderna em meio aos desafios da comunicação digital. Intitulado Was It Something I Said? Everyday Etiquette to Avoid Awkward Moments in Relationships, Work, and Life (Foi algo que eu disse?: Etiqueta cotidiana para evitar momentos constrangedores nos relacionamentos, no trabalho e na vida), o livro será lançado em 17 de março. Em uma entrevista, ela enfatiza a necessidade de gentileza on-line e a conscientização das diferenças geracionais nas mensagens.

Alison Cheperdak, com experiência como funcionária da Casa Branca, repórter de telejornal e advogada, fundou a Elevate Etiquette. Seu próximo livro se inspira no Amy Vanderbilt Complete Book of Etiquette, da década de 1950, adaptando princípios atemporais ao mundo digital de hoje. Ela o descreve como versátil: "Quero que o livro seja algo que você possa ler de capa a capa ou que você possa virar a página que tem a resposta para exatamente o que você está se perguntando naquele momento". Os tópicos incluem conversa fiada, entrevistas de emprego, apoio a amigos em caso de perda e interações digitais, como postagens, mensagens e transmissões ao vivo. Cheperdak destaca como a comunicação on-line carece de sinais como tom, linguagem corporal e contato visual, o que leva a interpretações equivocadas. "Quando você está se comunicando digitalmente e só tem a palavra escrita, falta esse calor e é mais provável que ocorram erros de comunicação", observa ela. Ela aconselha as pessoas em início de carreira, especialmente a Geração Z, a preferir o e-mail a textos ou mensagens diretas ao entrar em contato com profissionais, pois um professor relatou que os alunos enviaram mensagens de texto após receberem cartões de visita em uma feira de carreiras. Cheperdak apoia o uso intencional de plataformas como o Instagram e o Facebook para conexões, vendo-as como álbuns de recortes e pedindo aos usuários que atuem como embaixadores pessoais: "Você não quer fazer ou compartilhar coisas que deixaria sua avó com vergonha de ver na capa do Washington Post". Em relação às amizades, ela aborda o papel da mídia social na percepção de injustiças, como ver brunches sem convite nas histórias, e faz referência a estudiosos como Jonathan Haidt sobre o sentimento de "classificação" nos relacionamentos. Ela argumenta que a etiqueta ajuda tanto em eventos de alto risco quanto na vida cotidiana, criando confiança para falar.

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