O líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, afirmou ao Círculo de Empresários Vascos que as licenças médicas são um câncer com uma fraude massiva acima de 4 ou 5 por cento. Ele não forneceu dados para sustentar as alegações.
Feijóo comparou os números de licenças de 2018 e 2026 sem levar em conta o aumento de trabalhadores empregados de 19 para 22,5 milhões. O líder do PP defendeu o corte de salários e benefícios para trabalhadores em licença, com ou sem acordo sindical.
Fontes observam que a incapacidade temporária é regulada pela Lei Geral da Previdência Social. Não há pagamento nos dias 1 a 3, 60 por cento do dia 4 ao 20, e 75 por cento a partir do dia 21.
O PP já aplicou medidas semelhantes sob o governo Rajoy em 2012, incluindo a demissão por absenteísmo. Feijóo tem vinculado essas posições à sua política econômica desde que assumiu a liderança do partido.