O Orçamento Geral da Nação para este ano totaliza $546,9 trilhões, com a maioria alocada para transferências e despesas operacionais. No entanto, a execução de investimentos foi lenta em janeiro, alcançando apenas 1,2% da apropriação disponível. Setores chave como transportes mostram progresso mínimo, enquanto outros ainda não registraram obrigações.
O Orçamento Geral da Nação está fixado em $546,9 trilhões para o ano, com transferências correspondendo a 75% do total, ou seja, $269,1 trilhões. Dentre estas, o Sistema Geral de Participações lidera com $88,3 trilhões (32,8%), seguido por pensões em $83,1 trilhões (30,9%) e seguro-saúde em $46,9 trilhões (17,3%). As despesas com pessoal somam $66,5 trilhões (19%), com 43% alocados à defesa, 28,9% ao Poder Judiciário, Ministério Público e entidades autônomas, e 28,2% ao Poder Executivo. A aquisição de bens e serviços atinge $17,7 trilhões, equilibrada entre setores, mas liderada pela defesa com 38,7%.Quanto aos investimentos, a apropriação disponível em janeiro é de $88,4 trilhões, mas as obrigações chegam a apenas $1 trilhão, equivalendo a 1,2% de execução. O setor de transportes tem $15,5 trilhões atribuídos, com obrigações de $218 bilhões (1,4%). Inclusão social e reconciliação tem $10,7 trilhões sem execução registrada, similar a mineração e energia com $10,1 trilhões. Igualdade e equidade avança a 2,4%, e educação a apenas 0,1%. O Ministério da Fazenda se destaca com 8% de execução ($392 bilhões), seguido por defesa e polícia a 3%.O atraso orçamentário sobe para $48,9 trilhões em janeiro, composto por $48,1 trilhões em reservas. Deste, $22,6 trilhões foram obrigados para entrega de bens e serviços, e $9,6 trilhões pagos pelo Programa Anual de Caixa. Esse início moderado indica um começo lento na execução de recursos de investimento, priorizando outras categorias de gastos.