O Ministério da Fazenda da Colômbia informou que as pastas de Relações Exteriores, Educação e Saúde apresentaram as maiores execuções orçamentárias ao final de fevereiro de 2026, com 16%, 14,4% e 13,3%, respectivamente. A média geral entre os setores foi de 10,4%. Ciência, Tecnologia e Inovação, Esporte e Habitação registraram os menores índices, com 2,7%, 2,5% e 1%.
O Ministério da Fazenda e Crédito Público da Colômbia divulgou os dados de execução do Orçamento Geral da Nação (PGN) de 2026 referentes aos primeiros dois meses, até o final de fevereiro. Relações Exteriores, Educação e Saúde lideraram com execuções de 16%, 14,4% e 13,3%, superando a média setorial de 10,4%. A velocidade de execução das despesas operacionais teve uma média de 11,5% entre os setores, conforme dados oficiais reportados em 25 de março de 2026. Os setores com menor desempenho foram Ciência, Tecnologia e Inovação, com 2,7%, Esporte e Recreação, com 2,5%, e Habitação, com 1%. Os compromissos livres de dívidas alcançaram US$ 116,5 trilhões, um aumento de 23,6% em relação a fevereiro de 2025. O total de pagamentos somou US$ 45,2 trilhões, ou 10,1% da dotação vigente, com US$ 21,9 trilhões destinados ao serviço da dívida. O ministério declarou: «A maior parte dos recursos executados para o serviço da dívida corresponde a obrigações decorrentes de compromissos com Organismos Multilaterais, Títulos Pensionais, TES Classe B e Títulos de Valor». Em relação ao investimento, com US$ 88,4 trilhões dotados, as maiores execuções foram em Tecnologias da Informação e Comunicações (TIC), com 12,3% (US$ 209 bilhões), Inclusão Social, com 12% (US$ 1,29 trilhão), e Comércio, Indústria e Turismo, com 11,6% (US$ 39 bilhões). O passivo orçamentário de 2025 totalizou US$ 48,9 trilhões, dos quais US$ 19,5 trilhões foram mobilizados (39,8%). As transferências, com alocação de US$ 269 trilhões (75,1% do orçamento operacional total), tiveram US$ 31,5 trilhões comprometidos (11,7%), priorizando previdência, serviços de saúde e investimento em educação territorial. Os destaques incluíram transferências de superávit financeiro para a nação (61,8%, US$ 1,6 trilhão), benefícios sociais de professores (18,3%, US$ 867 bilhões) e seguro saúde (16,5%, US$ 7,7 trilhões).