Realistic depiction of Colombia's second $500 gasoline price cut, showing joyful locals refueling at a Bogotá gas station with updated lower prices on display.
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Colômbia implementa segunda redução de US$ 500 no preço da gasolina a partir de 1º de março após confirmação ministerial

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O ministro de Minas e Energia, Edwin Palma, assinou uma resolução para uma redução de US$ 500 por galão no preço da gasolina efetiva em 1º de março de 2026 — a segunda redução consecutiva após a queda de fevereiro —, elevando o preço médio nas 13 principais cidades da Colômbia para US$ 15.057. A medida, confirmada dias antes pelo ministro da Fazenda Germán Ávila, visa aliviar as pressões econômicas em meio a melhorias no Fundo de Estabilização de Preços de Combustíveis (FEPC).

O ministro de Minas e Energia, Edwin Palma, assinou a resolução em 28 de fevereiro implementando um corte nacional de US$ 500 nos preços da gasolina comum a partir de 1º de março de 2026. Isso segue uma redução similar de US$ 500 em 1º de fevereiro, para uma diminuição cumulativa de US$ 1.000 no último mês. O ajuste decorre da sanitização do FEPC e da organização do sistema de precificação, protegendo contra a volatilidade do petróleo internacional. Os preços do diesel permanecem inalterados para apoiar transporte e indústria.  Palma declarou: «Hoje podemos dizer com orgulho que o esforço deste Governo se traduz em alívio concreto para os colombianos: entre fevereiro e março, conseguimos um desconto cumulativo de US$ 1.000 por galão.»  O ministro da Fazenda Germán Ávila confirmou o corte em 26 de fevereiro, citando a análise do governo Petro sobre mercados de combustíveis e finanças públicas. Em entrevista à RCN La FM, ele observou: «Estamos nas conclusões finais dessa análise e haverá muito boas notícias para os colombianos quanto a reduções nos preços da gasolina», insinuando possíveis cortes adicionais superiores a US$ 1.600.  Após o ajuste, os preços nas 13 principais cidades em média são US$ 15.057. Mais altos: Villavicencio (US$ 15.591), Cali (US$ 15.502), Bogotá (US$ 15.491), Manizales (US$ 15.466), Pereira (US$ 15.439). Mais baixos: Pasto (US$ 13.247), Cúcuta (US$ 13.400), com Cartagena em US$ 15.083 e outras acima de US$ 15.000.  Especialistas destacam espaço para mais reduções. Julio César Vera, da Xua Energy, notou uma diferença de US$ 3.006 em relação aos preços de referência internacionais apesar de tensões no Oriente Médio. Corficolombiana estimou até US$ 2.400 se o diesel for ajustado, ou US$ 800 sem.  Dados da UPME mostram a composição do preço: 68% renda do produtor, 18% impostos (10% surcharge), 11% margens de distribuidores, 3% transporte.

O que as pessoas estão dizendo

Discussões no X sobre a segunda redução de US$ 500 por galão no preço da gasolina na Colômbia efetiva em 1º de março de 2026 apresentam anúncios neutros de veículos de notícia destacando alívio para consumidores e melhorias no FEPC. Postagens de alto engajamento provocam reações céticas de usuários, criticando a redução como insuficiente após aumentos anteriores, cronometrada politicamente antes das eleições e pedindo reduções maiores aos níveis anteriores. Poucas opiniões positivas a elogiam como medida benéfica para todos os grupos socioeconômicos.

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