Realistic illustration of São Paulo's record-breaking December heat wave, with over 40°C in 11 cities, sweaty crowds enduring shortages under red alert.
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Onda de calor quebra recordes em cidades de São Paulo nesta sexta

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A Defesa Civil de São Paulo registrou temperaturas acima de 40°C em 11 cidades do estado nesta sexta-feira (26/12/2025), com Miracatu alcançando 42,6°C, o maior valor do dia. Na capital, o termômetro marcou 36,2°C, recorde para dezembro em 64 anos. O calor intenso, agravado por uma onda de calor, levou a alertas vermelhos do Inmet e problemas de abastecimento de água em áreas periféricas.

Nesta sexta-feira (26/12/2025), o estado de São Paulo enfrentou uma onda de calor extrema, com a Defesa Civil Estadual divulgando uma lista de temperaturas elevadas. Em Miracatu, no Vale do Ribeira, os termômetros oficiais marcaram 42,6°C, o pico mais alto do dia em todo o estado. Outras cidades da mesma região, como Pedro de Toledo (41,9°C) e Sete Barras (41,7°C), também superaram os 40°C, totalizando 11 municípios afetados, além de São Simão, na região de Ribeirão Preto, com 40,1°C.

Na capital paulista, a estação do Inmet no Mirante de Santana registrou 36,2°C às 15h, superando o recorde anterior de 35,9°C do dia 25 e marcando o maior valor para dezembro desde 1943, além de ser o mais alto do ano até então. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve alerta vermelho para a onda de calor até 29 de dezembro, com temperaturas cerca de 5°C acima da média histórica desde o dia 23, afetando todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro e outras áreas do Sudeste.

O calor excessivo agravou problemas de abastecimento de água, atribuídos pela Sabesp a um aumento de 60% no consumo, apesar de 30% da população estar fora da cidade nas festas de fim de ano. Reservatórios operam a 26% da capacidade, o mais baixo em dez anos. Em bairros altos do Butantã, como Jardim São Jorge e Jardim Paulo VI, moradores enfrentam interrupções há mais de dez dias. A cabeleireira Elaine Cristina dos Santos relatou perdas de clientes e constrangimentos, lavando cabelos com garrafas de plástico no Natal. "Passei o Natal lavando o cabelo das clientes com [água em] garrafa de plástico. Perdi alguns atendimentos. Foi constrangedor", contou ela.

A aposentada Valeria dos Reis acumula roupas sujas e lida com pressão irregular na água. A Sabesp, por meio da diretora Samanta Souza, orienta economia: "É preciso que o consumo se estabilize na base das cidades para que o topo, o alto da montanha, possa receber também a água na pressão adequada." Quedas de energia em dezembro afetaram bombas hidráulicas. O Inmet alerta para riscos a vulneráveis, como idosos e crianças, com sintomas como tontura e náuseas.

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